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Só a Mudança é Permanente

Capítulo VII
Só a Mudança é Permanente

Para Jôsy Ludmylla


Só saberei se realmente eu quiser pagar o preço para não ser mais o mesmo, já que esse ‘mesmo’ não mais me serve. Virou um hiato. Hoje, tenho certeza não dá mais para me enganar, não dá para fugir... E se amanhã não estaremos mais por aqui, é porque a vida se faz de por enquanto de quando em quando... E o que fazemos da vida? Um doce, um elixir de eternidade. No qual para nascer esse encanto em qualquer canto de mim, da minha alma, em suas metades, eu preciso de você. Preciso lhe dizer que sim; dizer que com você veio a mudança radical, a mudança que sonhava e que por tantas vezes eu acreditei ser um mal. Nesses cinco anos e meio de terapia, uma música não saí do meu peito, “só a mudança é permanente” canta Humberto Gessinger, cantou Heráclito no passado... Então não faço planos, mas mantenho metas... não faço a risca a dieta, mas não me empanturro. E Estou emagrecendo em 26 dias foram 03 quilos. Então não sei quase mais nada de tudo que eu sabia, mas ainda sei tanta coisa... Segredos compartilhados em suas pequenas preces de distâncias a cada quarta-feira. Dia mágico da minha terapia. Segredos ditos, reveladondo feitos que quase sempre escodem medos, segredos que às vezes com seus feitios são desvios e fugas quase sempre protetoras, mas a maior parte do que quero dizer eu digo e somos felizes e eu esquecido (você não esquece, sabe mais de mim do que eu, isso é ruim? Ou é um paradoxo?). Não faço planos, mas desde que te conheci, os deuses me deixaram sorrir e esquecê-los, desde que te conheci a Gnose mudou em mim... Sem cata-ventos, sem metaplasmos de aumento, sem medos, dos Três Fatores, fiquei só com o terceiro. Sacrifício pela Humanidade. O Amor. O bom combate. Que eu combato, e, com ele estou tentando enganar a morte, estou tentando gostar de algum esporte, estou tentando ser mais forte... Força na qual está também a saúde sexual, e por que não estaria? No lugar da saudade angelical que venha a paixão. Talvez não seja mais como eu era, e nem quero ser, há em mim agora mais amor, do que antes. E tenho sim e para sempre, o ‘Olho de Thundera’. Olhos do Amor, da águia e do condor.
Não culparei nunca mais meus remédios, são eles o meu Credo... defenderei o amor antes da religião.
Não serei egoísta e machista que por medo e má educação, faz do amor um jogo de tênis, quando deveria ser de frescobol.
Escreverei só o que quiser, do jeito que eu quiser e na hora (como agora) em que eu quiser.
Terei o corpo e a alma dos meus sonhos... Van Damme no corpo... Paulo Ricardo no rosto da alma que soou o que sou, minha fascinação, meus porquês e meu português. O jeito de me ver.
Jôsy, isso é Gestalt? Isso é a pintura original? Isso é o continuum de consciência? Ou seja, a imagem prevalecida? Se for minha amiga, não quero alta nunca.


03/02/2013

O MENINO QUE QUERIA UM ABRAÇO
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Leonardo Daniel
Enviado por Leonardo Daniel em 14/09/2020
Código do texto: T7063343
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Leonardo Daniel
Inhumas - Goiás - Brasil, 42 anos
797 textos (5458 leituras)
3 e-livros (33 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/09/20 21:08)
Leonardo Daniel

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