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Rebento

Vamos misturar os  versos, uma vez só?
Quem sabe duas ou mais, ver no que dá?
Hoje choveu, a  água doce, apagou o pó,
Me diz, se a chuva, caiu  também por lá?

CÁ, O PÓ  ESTAVA  APENAS TOMANDO SOL,
DEPOIS QUE AS NUVENS  FORAM, ÀS ONZE;
O OURO CELESTE FEITOR DO BELO ARREBOL,
PASSOU  DEIXANDO  NUANCES DE BRONZE...

Vamos misturar inspirações nossas,
Mas, perdoa, meus versos singelos;
Contigo, poeta, não há quem possa,
Teus voos são tão coloridos e belos.

É, POESIA ENSEJA VOOS SOBRE A VIDA,
NAS ASAS MULTICORES DA INSPIRAÇÃO;
INÉRCIA DA ALMA PELO DOM É VENCIDA,
POIS ACOSSA  À TAL, E INSPIRA A AÇÃO...

HÁ QUEM ACHE  POESIA ARTE ABSTRATA,
SÃO PALPÁVEIS OS REBENTOS DO POETA;
Se formam no peito, visível como prata,
Feito as medalhas olímpicas dos atletas.
Meri Viero e LEONEL SANTOS
Enviado por Meri Viero em 08/08/2016
Reeditado em 08/08/2016
Código do texto: T5722221
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Meri Viero
Guarapuava - Paraná - Brasil, 49 anos
1468 textos (45959 leituras)
2 áudios (149 audições)
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Meri Viero