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REPLANEJAMENTO ESCOLAR

É hora de replanejar!
Tempo de rever o que foi sonhado, o que foi planejado.
Fazer uma análise.
Olhar para trás, para o longo trecho já percorrido por esta estrada chamada destino e ver o que foi atingido.
Ver até aonde chegamos e o mais importante, ver até onde podemos ainda chegar, pois a caminhada continua, assim como a vida.
Manter o que foi positivo dentro das propostas idealizadas e fazer alteração de rota para aqueles alvos que ainda não foram atingidos. Percorrer novas trilhas, sim, entretanto, sem menosprezar as velhas e surradas manias de continuar fazendo aquilo que deu certo, não apenas como fonte de repetição, mas como inspiração para o aperfeiçoamento contínuo. Se não conseguimos ultrapassar os obstáculos, que tenhamos a dignidade de recuar, analisar as condições e contorná-los, se for possível. Que o recuo não seja visto como covardia, mas como estratégia de impulso para um salto ainda maior.
É tempo de agir, reagir, reparar as arestas, alterar os métodos. Tanger os sonhos, como quem pastoreia a esperança, como quem sopra nuvens até um lugar desejado para provocar a tão sonhada chuva, que lava a terra e a alma.
Replanejar é isto.
Corrigir os erros e aperfeiçoar os acertos, com prática e diligência, com trabalho e prudência. Mudar se preciso for, mas desistir, isto nunca. Isto não se encaixa em nossos sonhos.
Se chegamos até aqui, isto nos revela que podemos ainda chegar mais longe, sonhar mais alto, atingir novos patamares neste intrínseco mundo do saber, pois não consertamos máquinas, apenas educamos almas, transformando indivíduos em pessoas, em humanos.
Replanejar é derrubar as paredes tortas e construir novas paredes, é embicar o nosso barco em direção ao alvo, sem nos esquecer dos remos, para que não fiquemos à deriva, bailando ao sabor do vento. Porque as ondas das obrigações são altas e podem afundar embarcações que flutuam no comodismo da mesmice, da inconsequência.
Vamos aproveitar a oportunidade para propor novos alvos, mesmo que tenhamos que percorrer novos caminhos, mas sem medo do novo, do moderno. Sem medo do obscuro que às vezes se apresenta como provocações para mudanças de paradigmas.
Entretanto, replanejar não é tão somente mudar os alvos, mas, sim, mudar os métodos, quando necessários, para se alcançar os mesmos alvos, só que de outra maneira. Não apenas mudar os alvos para que tudo fique fácil, mas mudar as estratégias para que os alvos fiquem fáceis de serem atingidos.
Se navegar é preciso, replanejar também é preciso.
E nesta precisão de sonhos, precisamos continuar sonhando sempre. Os sonhos são planos projetados por uma consciência que não dorme, mas está sempre atenta às alterações impostas pelo destino.
Palmas para nós, por tudo que já conseguimos modificar neste lugar, onde cada um, à sua maneira, desempenhou um papel fundamental na intenção de modificar aquela visão grotesca e imprópria que se tinha deste lugar.
Não estaremos aqui para sempre, mas vamos deixar o ambiente adequado para aqueles que virão depois de nós e que, se não encontrarem a perfeição em nossos atos, pelo menos não faltarão elogios à nossa garra, ao nosso espírito de luta, de profissionalismo e competência comprovada.
Jonas De Antino
Enviado por Jonas De Antino em 03/09/2015
Código do texto: T5369062
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Jonas De Antino
Cajati - São Paulo - Brasil, 53 anos
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Jonas De Antino