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“CONFORME AS ESCRITURAS”, JESUS REVELA A FE EM DEUS UNO E TRINO.

FONTES:
Biblia de Jerusalém, p. 1663, Trindade: 2 Tessalonicenses 2, 13.
ver doxologia e fórmula trinitária: 2 Coríntios 13, 13.
Bíblia Ave Maria, (CHARPENTIER, 1982, p. 41) , M. Beaude (1982), A. George (1982), http://pt.wikipedia.org/wiki/Credo_Niceno-Constantinopolitano e http://pt.wikipedia.org/wiki/Sant%C3%ADssima_Trindade

SANTISSIMA TRINDADE – VERDADE REVELADA EM CRISTO PARA O BEM DO MUNDO

Pesquisa de J B Pereira, em 14/01/13, às 18:11

ROTEIRO DE ESTUDOS SOBRE O MISTÉRIO DA SS. TRINDADE

Na Igreja Católica Romana, um dogma é uma verdade absoluta, definitiva, imutável, infalível, inquestionável e absolutamente segura sobre a qual não pode pairar nenhuma dúvida [1]. Uma vez proclamado solenemente, nenhum dogma pode ser revogado ou negado, nem mesmo pelo Papa ou por decisão conciliar [1] Por isso, os dogmas constituem a base inalterável de toda a Doutrina católica [2] e qualquer católico é obrigado a aderir, aceitar e acreditar nos dogmas de uma maneira irrevogável [3].
Os dogmas têm estas características porque os católicos romanos confiam que um dogma é uma verdade que está contida, implicita ou explicitamente, na imutável Revelação divina ou que tem com ela uma "conexão necessária" [3]. Para que estas verdades se tornem em dogmas, elas precisam ser propostas pela Igreja Católica diretamente à sua fé e à sua doutrina, através de uma definição solene e infalível pelo Supremo Magistério da Igreja (Papa ou Concílio ecuménico com o Papa [4]) e do posterior ensinamento destas pelo Magistério ordinário da Igreja. Para que tal proclamação ou clarificação solene aconteça, são necessárias duas condições:
• o sentido deve estar suficientemente manifestado como sendo uma autêntica verdade revelada por Deus [5];
• a verdade ou doutrina em causa deve ser proposta e definida solenemente pela Igreja como sendo uma verdade revelada e uma parte integrante da fé católica [5].

Os mais importantes dog¬mas, que tratam de assuntos como a Santíssima Trindade e Jesus Cristo, "fo-ram definidos nos primeiros concílios ecuménicos; o Concílio Vaticano I foi o último a definir verdades dogmá¬ti¬cas (primado e infalibilidade do Papa)". As definições de dogmas "mais recentes estão a da Imaculada Conceição [...] (1854) e da Assunção de Nossa Senhora [...] (1950)" [6].

A Igreja Católica proclama a existência de muitos dogmas, sendo 43 o número dos principais. Eles estão subdivididos em 8 categorias diferentes [5]:
• Dogmas sobre Deus
• Dogmas sobre Jesus Cristo
• Dogmas sobre a criação do mundo
• Dogmas sobre o ser humano
• Dogmas marianos
• Dogmas sobre o Papa e a Igreja
• Dogmas sobre os sacramentos
• Dogmas sobre as últimas coisas

Dogmas sobre Deus
1- A Existência de Deus
"A idéia de Deus não é inata em nós, mas temos a capacidade para conhecê-lo com facilidade, e de certo modo espontaneamente por meio de Sua obra."
2- A Existência de Deus como Objeto de Fé
"A existência de Deus não é apenas objeto do conhecimento da razão natural, mas também é objeto da fé sobrenatural."
3- A Unidade de Deus
"Não existe mais que um único Deus."
4- Deus é Eterno
"Deus não tem princípio nem fim."
5- Santíssima Trindade
"Em Deus há três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo; e cada uma delas possui a essência divina que é numericamente a mesma."
Dogmas marianos
 Ver artigo principal: Dogmas marianos da Igreja Católica
20- A Imaculada Conceição de Maria.
"A Santíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua conceição, foi por singular graça e privilégio de Deus omnipotente em previsão dos méritos de Cristo Jesus, Salvador do gênero humano, preservada imune de toda mancha de culpa original."
21- A Perpétua Virgindade de Maria[7]
"A Santíssima Virgem Maria é virgem antes, durante e depois do parto de seu Divino Filho, sendo mantida assim por Deus até a sua gloriosa Assunção."
22- Maria, Mãe de Deus
"Maria, como uma virgem perpétua, gerara a Cristo segundo a natureza humana, mas quem dela nasce, ou seja, o sujeito nascido não tem uma natureza humana, mas sim o suposto divino que a sustenta, ou seja, o Verbo. Daí que o Filho de Maria é propriamente o Verbo que subsiste na natureza humana; então Maria é verdadeira Mãe de Deus, posto que o Verbo é Deus. Cristo: Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem."
23- A Assunção de Maria
"A Virgem Maria foi assumpta ao céu imediatamente depois que acabou sua vida terrena; seu Corpo não sofreu nenhuma corrupção como sucederá com todos os homens que ressuscitarão até o final dos tempos, passando pela decomposição."

FONTE:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Dogmas_da_Igreja_Cat%C3%B3lica
TRINDADE DE DEUS – O Mistério de Amor e de Comunidade PERFEITA no Amor(pericorese)

Ágape, Filia, Eros: três tipos de amor

Os unitários entendem que o citado versículo ("Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor") excluiria o Filho da divindade e da unidade com o Pai. Os trinitários reagem que aceitam e concordam que: há um só YHVH, e que o presente versículo em nada ofende, mas ajuda a explicar o conceito de unidade composta, fortalecendo o entendimento sobre referido dogma.
"Ouve, Israel, o Senhor (YHVH) nosso Deus é o único (echad) Senhor (YHVH)".
A palavra hebraica originalmente usada para chamar YHVH de "único" é "echad", que é pronunciada "errad". Echad é a palavra usada para expressar unidade composta. Quando se deseja expressar a unidade absoluta, a palavra usada é "yachid", que tem a pronúncia "yarrid".
Pluralidade em Elohim

Uma das pistas bíblicas apresentadas pelos trinitários é Gênesis 1:26a
"E disse [singular] Deus [Elohim]: Façamos [plural] o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança";

Segundo entendimento trinitário Deus se apresenta "singular" e faz o homem no "plural". Os não trinitários argumentam que Deus falava com os anjos, contudo, se assim fosse, o homem não seria fruto da criação de Deus, mas apenas "parcialmente" fruto da criação de Deus, pois quem teria feito a obra seriam os anjos, Deus teria dado apenas a ordem; então, se tal argumentação fosse aceita, os homens seriam fruto da criação dos anjos, o que é rejeitado pelos trinitários.
Outro argumento que os trinitários entendem incoerente na argumentação dos opositores é que se os anjos é que conversavam com Deus, então os homens não são a imagem e semelhança de Deus, mas a imagem e semelhança dos anjos; o que não é confirmado por outras passagens bíblicas, logo é rejeitado pelos trinitários.
Assim, os trinitários entendem que quando Deus disse "façamos o homem conforme a nossa imagem" ele falava com os outros dois seres incriados e uno com o Pai, autor [trino] da criação, falava com o Deus Filho, Jesus, e com o Deus Espírito, Espírito Santo. O homem foi criado a imagem do Pai, do Filho e do Espírito Santo, à imagem de DEUS e não à imagem dos anjos.

Também em Gênesis 3:22a é encontrado diálogo semelhante:

"Então disse o SENHOR [YHVH] Deus [Elohím]: Eis que o homem é como um de nós [plural], sabendo o bem e o mal."
vayyo'mer Adonay 'elohiym hên hâ'âdhâm hâyâh ke'achadhmimmennu lâdha`ath thobh vârâ` ve`attâh pen-yishlach yâdho velâqachgam mê`êts hachayyiym ve'âkhal vâchay le`olâm(Gênesis 3:22)
Da mesma forma o autor J. Cabral enumera os mesmo textos no plural, e acrescenta um terceiro verso para sustentar a mesma defesa:[33]

• Façamos… de Gênesis 1.26; no momento da criação do homem.
• O homem se tornou como um de nós… - de Gênesis 3.22; quando o homem prova o fruto proibido.
• Depois disso ouvi a voz do Senhor que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? - de Isaías 6.8; aqui J. Cabral está citando o momento em que Isaías é consagrado profeta de Deus. (sublinhado não existe no original, apenas o itálico)
Para os trinitárianos tanto o Pai, como o Filho, como o Espírito Santo é o Deus uno, apresentando assim o termo Deus no singular e as pessoas no plural.

Tais evidências da unidade composta seriam justificadas, dentre outras, pelas seguintes passagens bíblicas que apresentam o Pai, o Filho e o Espírito como Deus:

• O Pai é Deus – Em Efésios 4:6 o texto revela que Deus é Pai.
• O Filho Jesus é Deus – Em I João 5:20 traz mais evidências bíblicas de que o Filho também é Deus quando afirma: "o Filho de Deus é vindo … isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna".E também em Isaías 9:6 dizendo claramente que Jesus é Deus:" Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz."

• O Espírito Santo é Deus – Em Atos 5:3 primeiro a advertência: "Ananias, porque encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo …?" Contudo no versículo seguinte vem a revelação: "Por que formaste este desígnio em teu coração [Ananias]? Não mentiste aos homens, mas a Deus". Nessa passagem, claramente o Espírito Santo é chamado de Deus, pois Ananias havia mentido ao Espírito Santo.
Como nas passagens acima, os trinitários reconhecem em outras passagens bíblicas a apresentação do único (echad) SENHOR (YHVH) na forma trina do Pai, do Filho Jesus e do Espírito Santo.

Plural Adonai

Adonai (אֲדֹנָי), é um dos nomes de Deus, comumente utilizado pelos hebreus ao referir-se ao tetragrama YHVH.

Adon (אָדוֹן) significa "senhor", "amo", "governante", e adicionado ao sufixo (_i_), pronome possessivo de primeira pessoa do singular, converte para a expressão "meu senhor", sendo Adonai a forma plural (meu) "senhores".
O pronome possessivo em palavras semelhantes tem a pronúncia ocultada, como na palavra "Rabbi", que pode ser traduzida por (meu) "Mestre", representando uma posição de dignidade, como se apresenta em "Monsenhor", o que levou alguns defensores contrários à Trindade a defenderem que se tratava tão somente de um "título". Contudo, Adon é usado mais de 300 vezes naTanakh - Antigo Testamento - como designação para Deus.[34] Por conta disso, os trinitarianos acreditam que uma verdade não anula outra, podendo ser aceite as duas vertentes de pensamento sem uma macular a outra necessariamente. Também essa defesa de argumento se refere à palavra Adoni, o que não poderia ser emprestada à palavra Adonai, de uso totalmente impeculiar e diferenciado.
Levando-se em conta que muito foi debatido sobre o plural Adonai, uma conclusão sobre uma única e melhor tese nunca foi ratificada, contudo tal propositura existe.
Os judeus, referindo-se ao nome impronunciável, YHVH, pronunciavam Adonai. Em português traduzida Senhor (Hebraico: אֲדֹנָי), contudo é inegável que a palavra é plural, a exemplo de Elohím.
Literalmente, trata-se de um plural possessivo de primeira pessoa ("meus senhores"), o que, para os trinitarianos, reforçaria a Doutrina da Trindade, rejeitando a explicação de que seria um plural "majestático", como defendem as Testemunhas de Jeova', que desconsideram a dica sintática para a pluralidade de Yahweh.
Os trinitarianos entendem que essa indicação se dá ao referir-se ao DEUS Triuno, pelo sintaticamente "inadequado" uso da palavra plural, com os demais elementos da frase no singular. Havendo semelhante aplicação no uso da palavra "Elohím", o que leva a muitos cristãos a aceitarem essas palavras plurais como expressão da pluralidade na personalização ao único Deus.[35]
Quando a Bíblia refere-se ao Messias (uma das três pessoas da Trindade), utiliza a forma Adoni, meu Senhor, no singular, visto que se apresentaria numa personalização "individual" – distinta do Pai e do Espírito Santo – enviado (humano) esperado. Assim, o Verbo do DEUS Triuno, teria deixado sua glória e encarnado na forma humana, singular e distinta do Pai – contudo emanada do Pai: "crestes que saí de Deus. Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai".[36] Desse momento em diante, o Deus Triuno se despoja para apresentar-se pessoal e individualmente, por intermédio do Filho. A partir daí, no Novo Testamento, não mais há uso do tetragrama YHVH.
A cultura judaica preferiu a forma Adonay para a pronunciar YHVH, contudo noutras versões tardias foi utilizada a forma impessoal HaShem, o Nome. Da mesma forma que o Deus Triuno se apresentara pessoal e individualmente, por intermédio do Filho, posteriormente apresenta-se na forma individual e incorpórea (não antropomórfico), representado pelo Espírito Santo, invocado por o Nome, que seria Jesus.
O Novo Testamento, refere-se ao Nome de Jesus estando acima de todo nome:[37] "Se, em meu nome pedires ao Pai …, Tudo quanto pedires em meu nome [Jesus] eu o farei …,[38] tudo quanto em meu nome [Jesus] pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda[39] Em meu nome [Jesus] … curaram os enfermos …,
Vários gramáticos consideram um plural "abstrato" que expressaria a totalidade do poder divino[40] pelo que traduzem literalmente este nome como (meu) "Senhor dos senhores", o mesmo título usado para Jesus no Novo Testamento.[41]

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A Trindade ou Santíssima Trindade é a doutrina acolhida pela maioria das igrejas cristãs que professa a Deus único preconizado em três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Para os seus defensores, é um dos dogmas centrais da fé cristã, e considerado um mistério. Tais denominações consideram-se monoteístas.

O Judaísmo e o Islamismo, bem como algumas denominações cristãs, não aceitam a doutrina trinitária.

As três pessoas da Santíssima Trindade estabelecem uma comunhão e união perfeita, formando um só Deus, e constituem um perfeito modelo transcendente para as relações interpessoais. Elas possuem a mesma natureza divina, a mesma grandeza, sabedoria, poder, bondade e santidade, mas, em algumas vezes, certas atividades são mais reconhecidas em uma pessoa do que em outra. As funções, as suas principais atividades desempenhadas e o seu modo de operar está registrado nas Sagradas Escrituras e claramente resumido no Credo Niceno-Constantinopolitano, o credo oficial de muitas denominações cristãs.

• Pai – Não foi criado nem gerado. É o "princípio e o fim, princípio sem princípio" da vida e está em absoluta comunhão com o Filho e com o Espírito Santo. Foi o Pai que enviou o seu Filho, Jesus Cristo, para salvar-nos da morte espiritual, pelo sacrifício vicário. Isto revela o amor infinito de Deus sobre os homens e o não-abandono aos seus filhos adoptivos. O Pai, a primeira pessoa da Trindade, é considerado como o pai eterno e perfeito. É atribuído a esta pessoa divina a criação do mundo.
• Filho – Eterno como o pai e consubstancial (pertencente à mesma natureza e substância) a Ele. Não foi criado pelo Pai, mas gerado na eternidadade da substância do Pai. Encarnou-se em Jesus de Nazaré, assumindo assim a natureza humana. O Filho, a segunda pessoa da Trindade, é considerado como o Filho Eterno (Filho sob a ótica humana no sentido de que se tornando homem, deixou sua divindade, tornando-se totalmente dependente de Deus), com todas as perfeições divinas: a Ele é atribuída a redenção (salvação) do mundo.
• Espírito Santo – Não foi criado nem gerado. Esta pessoa divina personaliza o Amor íntimo e infinito de Deus sobre os homens, segundo a reflexão de Agostinho. Manifestou-se primeiramente no Batismo e na Transfiguração de Jesus e plenamente revelado no dia de Pentecostes. Habita nos corações dos fiéis e estabelece entre estes e Jesus uma comunhão íntima, tornando-os unidos num só Corpo. O Espírito Santo, a terceira pessoa da Trindade, é considerado como o puro nexo de amor. Atribui-se a esta pessoa divina a santificação da Igreja e do mundo com os seus dons.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sant%C3%ADssima_Trindade
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CONFORME AS ESCRITURAS”:  a Torá e os Profetas

Obs.: Há vários autores dos textos ou sábios que transcreveram as tradições orais do povo de Deus no Antigo Testamento. Para uma primeira leitura da Bíblia (CHARPENTIER, 1982, p. 41)

O profeta é o que fala em nome de Deus a partir dos fatos históricos segundo os desígnios de Deus junto ao povo e aos governantes; não prediz o futuro. (idem, p. 42)

SALOMÃO: Gênesis relata a presença de Deus na criação do homem:
 “Deus viu que tudo era perfeito”

PROTO-EVANGELHO: “Porei inimizade entre ti e a mulher: ela lhe pisará na cabeça.”

“O Espírito de Deus pairava sobre as águas.”

AS PROMESSAS DE DEUS NA TRADIÇÃO JAVISTA – história dos patriarcas, entrada em Canaã e os primeiros reis, a realização das promessas de Javé, o relato das origens (Adão criado à IMAGEM E SEMELHANÇA DE JAVÉ)
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ABRAÃO E MOISÉS REVELARAM EL (ELOHIM- PLURAL MAGESTÁTICO DE DEUS)

Tradição eloísta: Deus é EL, o plural é Elohim – Jeroboão II (750-700 a. C. )
Os profetas relatam da Aliança durante a estada no Egito.
Profetas Amós (pastor da Aliança: De Belém – “o resto” -à Samaria) e Oséias (Infidelidade é como adultério), do Reino do Norte; Isaias (profeta político do Emanuel e Servo Sofredor- messianismo) e Miqueis (Dia da Ira de Deus contra a injustiça social) no Reino do Sul (Jerusalém).

REVELAÇÃO DE DEUS UNO E TRINO NO NOVO TESTAMENTO:

texto de J B Pereira

Batismo de Jesus em Lucas 3,21 seguite: “- Ele batizará no Espírito Santo e no fogo. - Este é meu filho muito amado, do meu bem-querer, em quem coloco toda a minha complacência, em quem tenho comprazido.”

No Getsêmani: “- Foi para essa hora que vim, Pai. Se o grão de trigo não morrer ficará na solidão... se morrer, muito fruto vai dar.”
(São João )

“Meu Pai trabalha e eu também.” (São João)
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“NÃO HÁ EVANGELHO SEM RECURSO ÀS ESCRITURAS”. Pierre-Marie Beaude, em De acordo com as Escrituras, Paulinas, 1982, p. 12.

Tu és o Cristo, filho do Deus vivo.” Confissão de Pedro.

O Credo mais antigo: Kerigma: “... morreu pelos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia conforme as escrituras.”
1 coríntios 15, 1-11. Bíblia Ave Maria

1. Eu vos lembro, irmãos, o Evangelho que vos preguei, e que tendes acolhido, no qual estais firmes.
2. Por ele sereis salvos, se o conservardes como vo-lo preguei. De outra forma, em vão teríeis abraçado a fé.
3. Eu vos transmiti primeiramente o que eu mesmo havia recebido: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras;
4. foi sepultado, e ressurgiu ao terceiro dia, segundo as Escrituras;
5. apareceu a Cefas, e em seguida aos Doze.
6. Depois apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, dos quais a maior parte ainda vive (e alguns já são mortos);
7. depois apareceu a Tiago, em seguida a todos os apóstolos.
8. E, por último de todos, apareceu também a mim, como a um abortivo.
9. Porque eu sou o menor dos apóstolos, e não sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus.
10. Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e a graça que ele me deu não tem sido inútil. Ao contrário, tenho trabalhado mais do que todos eles; não eu, mas a graça de Deus que está comigo.
11. Portanto, seja eu ou sejam eles, assim pregamos, e assim crestes.


Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/01/53/15.php#ixzz2HytsdfMx
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Credo nicenoconstantinopolitano.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Credo_Niceno-Constantinopolitano

O Credo Niceno-Constantinopolitano ou Símbolo Niceno-Constantinopolitano, é uma declaração de fé cristã que é aceito pela Igreja Católica Romana, Igreja Luterana, Igreja Ortodoxa e pela Igreja Anglicana. O nome está relacionado com o Primeiro Concílio de Niceia (325), no qual foi adoptado, e com o Primeiro Concílio de Constantinopla (381), onde foi aceita uma versão revista. Por esse motivo, ele pode ser referido especificamente como o Credo Niceno-Constantinopolitano para o distinguir tanto da versão de 325 como de versões posteriores que incluem acláusula filioque. Houve vários outros credos elaborados em reacção a doutrinas que apareceram posteriormente como heresias, mas este, na suarevisão de 381, foi o último em que as comunhões católica e ortodoxa conseguiram concordar em todos os pontos.

Estas são algumas designações para as duas formas do Credo Niceno, algumas com o mesmo sentido:
• Credo Niceno pode referir-se à versão original adotada no Primeiro Concílio de Niceia (325), ou à versão revista adotada pelo Primeiro Concílio de Constantinopla (381), ou à versão em latimantigo que inclui a frase "Deum de Deo" e "Filioque", e à versão armênia.
• Credo Niceno-Constantinopolitano pode sustentar a versão revista de Constantinopla (381) ou do antigo latim e versões armênias.
• Ícone/Símbolo de Fé é a designação usual da versão revisada de Constantinopla 381 nas igrejas ortodoxas, onde este é o único credo usado na liturgia.
• Profissão de Fé dos 318 Pais refere-se especificadamente a versão de Niceia (tradicionalmente, 318 bispos tomaram parte do Primeiro Concílio de Niceia).
• Profissão de Fé dos 150 Pais refere-se espacificadamente a versão de Constantinopla (tradicionalmente, 150 bispos tomaram parte do Primeiro Concílio de Constantinopla)

Versões de liturgias antigas

Versão latina

Versão da Igreja Eslava

Credo in unum Deum,
Patrem omnipoténtem,
Factórem cæli et terræ,
Visibílium ómnium et invisibílium.
Et in unum Dóminum Iesum Christum,
Fílium Dei Unigénitum,
Et ex Patre natum ante ómnia sæcula.
Deum de Deo, lumen de lúmine, Deum verum de Deo vero,
Génitum, non factum, consubstantiálem Patri:
Per quem ómnia facta sunt.
Qui propter nos hómines et propter nostram salútem
Descéndit de cælis.
Et incarnátus est de Spíritu Sancto
Ex María Vírgine, et homo factus est.
Crucifíxus étiam pro nobis sub Póntio Piláto;
Passus, et sepúltus est,
Et resurréxit tértia die, secúndum Scriptúras,
Et ascéndit in cælum, sedet ad déxteram Patris.
Et íterum ventúrus est cum glória,
Iudicáre vivos et mórtuos,
Cuius regni non erit finis.
Et in Spíritum Sanctum, Dóminum et vivificántem:
Qui ex Patre Filióque procédit.
Qui cum Patre et Fílio simul adorátur et conglorificátur:
Qui locútus est per prophétas.
Et unam, sanctam, cathólicam et apostólicam Ecclésiam.
Confíteor unum baptísma in remissiónem peccatorum.
Et expecto resurrectionem mortuorum,
Et vitam ventúri sæculi.
Amen.(Missale Romanum)

As várias versões do Credo

Concílios de Niceia e Constantinopla -  Anos 325) e 381 d. C.

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra,
de todas as coisas visíveis e invisíveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,
Filho Unigênito de Deus,
gerado do Pai antes de todos os séculos
Deus de Deus, Luz da luz,
verdadeiro Deus de verdadeiro Deus,
gerado, não feito,
da mesma substância do Pai.
Por Ele todas as coisas foram feitas.
E, por nós, homens,
e para a nossa salvação,
desceu dos céus:
Se encarnou pelo Espírito Santo,
no seio da Virgem Maria,
e se fez homem.
Também por nós foi crucificado
sob Pôncio Pilatos;
padeceu e foi sepultado.
Ressuscitou dos mortos ao terceiro dia,
conforme as Escrituras;
E subiu aos céus,
onde está assentado à direita de Deus Pai.
Donde há de vir, em glória,
para julgar os vivos e os mortos;
e o Seu reino não terá fim.
Creio no Espírito Santo,
Senhor e fonte de vida,
que procede do Pai;
e com o Pai e o Filho
é adorado e glorificado:
Ele falou pelos profetas.
Creio na Igreja
Una, Santa, Católica e Apostólica.
Confesso um só batismo para remissão dos pecados.
Espero a ressurreição dos mortos;
E a vida do mundo vindouro.
Amém.
____________

Conferência Episcopal Portuguesa
(Já se encontra a cláusula filioque)

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso,
Criador do Céu e da Terra,
De todas as coisas visíveis e invisíveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,
Filho Unigénito de Deus,
nascido do Pai antes de todos os séculos:
Deus de Deus, luz da luz,
Deus verdadeiro de Deus verdadeiro;
gerado, não criado, consubstancial ao Pai.
Por Ele todas as coisas foram feitas.
E por nós, homens, e para nossa salvação
desceu dos Céus.
E encarnou pelo Espírito Santo,
no seio da Virgem Maria.
e se fez homem.
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos;
padeceu e foi sepultado.
Ressuscitou ao terceiro dia,
conforme as Escrituras;
e subiu aos Céus,
onde está sentado à direita do Pai.
De novo há-de vir em sua glória
para julgar os vivos e os mortos;
e o seu Reino não terá fim.
Creio no Espírito Santo,
Senhor que dá a vida,
e procede do Pai e do Filho;
e com o Pai e o Filho
é adorado e glorificado:
Ele que falou pelos Profetas.
Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica.
Professo um só baptismo para a remissão dos pecados.
E espero a ressurreição dos mortos
e vida do mundo que há-de vir.
Amém.'
_____
Concílios Ecumênicos de Éfeso e Calcedônia:

Também na carta de Eusébio de Cesareia à sua própria igreja; na carta de Santo Atanásio ao imperador Joviniano; nas Histórias Eclesiásticas de Teodoreto e Sócrates.

Cremos em um só Deus, Pai Todo-Poderoso,
criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis.
E em um só Senhor Jesus Cristo,
o Filho de Deus,
unigênito do Pai,
da substância do Pai;
Deus de Deus,
Luz de Luz,
Deus verdadeiro de Deus verdadeiro,
gerado, não criado,
consubstancial ao Pai;
por quem foram criadas todas as coisas
que estão no céu ou na terra.
O qual por nós homens e
para nossa salvação, desceu (do céu),
se encarnou e se fez homem.
Padeceu e ao terceiro dia
ressuscitou e subiu ao céu.
Ele virá novamente
para julgar os vivos e os mortos.
E (cremos) no Espírito Santo.
E quem quer que diga que houve um tempo
em que o Filho de Deus não existia,
ou que antes que fosse gerado ele não existia,
ou que ele foi criado daquilo que não existia,
ou que ele é de uma substância
ou essência diferente (do Pai),
ou que ele é uma criatura,
ou sujeito à mudança ou transformação,
todos os que falem assim, são anatemizados
pela Igreja Católica e Apostólica.
_____________


Bibliografia

• AYRES, Lewis. Nicaea and Its Legacy. Oxford Oxfordshire: Oxford University Press, 2006. ISBN 0198755058
• A. E. Burn, The Council of Nicaea (1925)
• G. Forell, Understanding the Nicene Creed (1965)
• KELLY, J.. Early Christian Creeds. City: Longman Publishing Group, 1982. ISBN 058249219X


Cláusula filioque

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%A1usula_filioque

Santíssima Trindade.

A procedência do Espírito Santo na Trindade é o tema da controvérsia sobre a cláusula Filioque

Vitral na Igreja de São Merry, em Paris.

Filioque (em latim: "e (do) Filho") é uma frase encontrada na forma do Credo de Niceia em uso na Igreja Latina.

Ela não está presente no texto grego do credo como formulado originalmente no Primeiro Concílio de Constantinopla, onde se lê apenas que o Espírito Santoprocede "do Pai":

E no Espírito Santo, Senhor e fonte de vida, que procede do Pai ”
O texto, na versão latina, fala do Espírito Santo como procedendo "do Pai e do Filho":

“ Et in Spiritum Sanctum, Dominum, et vivificantem: qui ex Patre Filioque procedit

E no Espírito Santo, Senhor e fonte de vida, que procede do Pai e do Filho ”

O primeiro caso conhecido no ocidente da inserção do trecho no credo niceno foi quando a palavra filioque foi adicionada, talvez inadvertidamente[1], ao texto latino do credo no Terceiro Concílio de Toledo (589) e a sua inclusão a partir daí se espalhou espontaneamente[2] por todo o Império dos Francos[3]. No século IX, o Papa Leão III, ainda que aceitando a doutrina, como já o fizera seu antecessor Leão I, tentou em vão suprimir a adição da Filioque[3]. Em 1014, porém, o canto do credo - com a Filioque - foi adotado na celebração da missa em Roma[3]. Desde a denúncia feita por Fócio (veja Cisma de Fócio), patriarca de Constantinopla, a cláusula tem sido objeto de conflitos entre o ocidente e o oriente, contribuindo para o Grande Cisma do Oriente de 1054 e se provando um obstáculo para as tentativas de reunião até os dias de hoje[4].

Opiniões dos Padres
 
 Hilário de Poitiers

Santo Hilário é uma das "principais fontes para a doutrina latina da Filioque". Porém, Siecienski nota que "há também causa para questionar o apoio de Hilário àFilioque (como a teologia posterior a entenderia), especialmente dada a natureza ambígua da linguagem do santo quando ele trata da procedência".[33].
Hilário fala do Espírito como "procedendo do Pai" e sendo "enviado pelo Filho"[34]; como sendo "do Pai através do Filho"[35]; e como "tendo o Pai e o Filho como origem"[36]. Em outra passagem, Hilário aponta para João 16:15 (onde Jesus diz: "Tudo o que o Pai tem, é meu; por isso eu vos disse que Ele [o Espírito Santo] receberá do que é meu e vo-lo anunciará.") e pondera se "receber do Filho é o mesmo que ter procedido do Pai"[37].

Ambrósio de Milão

Santo Ambrósio, escrevendo na década de 380, ainda que "de firmes raízes na tradição oriental", foi, de toda forma, "uma das primeiras testemunhas da afirmação explícita da procedência do Espírito do Pai e do Filho'"[38]. Ele afirma abertamente que o Espírito "procede do [procedit a] do Pai e do Filho", sem nunca ter se separada de nenhum deles[39].

Jerônimo de Strídon

Siecienski caracteriza o ponto de vista de São Jerônimo sobre a procedência do Espírito Santo como "desafiando a categorização".

Seu nome é geralmente incluído na florilegia como um apoiador da Filioque e Fócio se sentiu compelido a defender a reputação de Jerônimo contra os que o invocaram para apoiar a doutrina.

Porém, os escritos de Jerônimo contém pouquíssimas referências à doutrina e mesmo que as que existem "são ambíguas afirmações de uma dupla procedência".

Teólogos ortodoxos - como John Meyendorff - argumentaram que ele "dificilmente poderia ser considerado um proponente da Filioque"[40].

Santo Agostinho de Hipona
As obras de Santo Agostinho sobre a Trindade se tornaram a fundação da teologia latina do trinitarismo e são também a base da doutrina da cláusula Filioque[41]

Papa Leão I
Siecienski caracteriza as obras de São Leão, o Grande, sobre o assunto da procedência do Espírito Santo como "uma faca de dois gumes" no sentido que "suas obras seriam depois utilizadas tanto pelos latinos quanto pelos gregos para apoiar seus respectivos pontos de vista"[42]
[editar]Papa Gregório I
São Gregório Magno é geralmente contado entre os apoiadores da procedência do Espírito do Filho, apesar de Fócio e teólogos bizantinos posteriores também o contarem como um oponente da doutrina. Siecienski atribui esta aparente contradição a dois fatores: à "linguagem solta e descuidada" de Gregório sobre a procedência e às diferenças entre a versão latina dos Diálogos de Gregório e a tradução para o grego dela feita pelo Papa Zacarias.
A versão latina claramente afirma a cláusula Filioque, mas a versão do Papa Zacarias se utilizou da frase "persistindo no Filho" ao invés de "procedendo do Filho", levando os clérigos bizantinos posteriores a afirmarem que Gregório não apoiava a dupla procedência, independente do que diziam os clérigos ocidentais[43].

Gregório de Nazianzo: Perichoresis
Já no século IV, a distinção foi feita, em relação à Trindade, entre os dois verbos gregos: ἐκπορεύεσθαι (o verbo utilizado na versão original grega do credo niceno-constantinopolitano de 381 e προϊέναι.

Em sua "Oração sobre a Candelária" (XXXIX), Gregório de Nazianzo escreveu: "O Espírito Santo é o verdadeiro Espírito, procedendo (προϊέναι) do Pai de fato, mas não da mesma forma que o Filho, pois não foi por Geração, mas por Processão (ἐκπορεύεσθαι)"[44].

Cirilo de Alexandria
Que o Espírito Santo "procede" do Pai e do Filho no sentido da palavra latina procedere e da grega προϊέναι (em contraste com ἐκπορεύεσθαι) era ensinado no início do século V por Cirilo de Alexandria no oriente[6][45].

O Credo de Atanásio[46], provavelmente do meio do século V[47], e uma epístola dogmática do Papa Leão I[48] (de 446) declararam que o Espírito Santo teria procedido do Pai e do Filho[49].
[editar]Conclusão

Nenhum destes autores fez da origem do Espírito Santo um objeto de reflexão especial; todos se preocuparam, ao invés disso, em enfatizar a igualdade de status entre as três pessoas divinas como Deus e todos reconhecem que o Pai apenas é a fonte do ser eterno de Deus[15].
Embora os padres orientais soubessem que, no ocidente, a procedência do Espírito Santo a partir do Pai e do Filho estava sendo ensinada, não consideraram o assunto de maneira geral como herético[50]: "uma geração inteira de escritores ocidentais, incluindo papas que eram venerados como santos pela igreja oriental, confessavam a procedência do Espírito também a partir do Filho; e é ainda mais impressionante que não havia virtualmente nenhum desacordo a respeito desta teoria"[51].
A frase filioque aparece pela primeira vez como uma interpolação anti-ariana[52][53] no credo feita no Terceiro Concílio de Toledo (589), no qual a Espanha visigóticarenunciou ao arianismo, aceitando o cristianismo católico.
A adição foi confirmada por outros concílios locais subsequentes realizados em Toledo e logo se espalhou pelo ocidente, não apenas na Espanha, mas também no Reino Franco, que adotou a fé católica em 496 d.C.[54] e na Inglaterra, onde o Concílio de Hatfield o impôs, em 680, como uma resposta ao monotelismo[55]. Porém, ele não foi adotado em Roma.

A afirmação de Teodoreto contra Cirilo
 
Cirilo de Alexandria.

O assunto da cláusula filioque pode remontar ao século V, quando Teodoreto se recusou a endossar a deposição de Nestório peloPrimeiro Concílio de Éfeso (431)[56] e acusou Cirilo de Alexandria de ensinar, erroneamente, que o Filho teria tido um papel na origem do Espírito Santo[57][58][59].
A doutrina da homoousia do Espírito desta época em diante era parte da ortodoxia, assim como a doutrina da homoousia do Filho. Mas, uma vez que de acordo com a forma grega de conceber a matéria, o Pai continuava a ser considerado como a raiz da Divindade, a homoousia perfeita do Espírito Santo sempre pareceu ser inferior à do Filho e, assim, ele seria uma espécie de "neto" do Pai ou, de outra forma, teria uma "dupla procedência".

Então, além disso, a dependência do Espírito em relação ao Filho foi teimosamente defendida pelos arianos e semi-arianos, com base em interpretações de certas passagens da Bíblia que defenderiam este ponto de vista e com o objetivo de suportar as suas ideias sobre uma Trindade descendente em três estágios (Pai > Filho > Espírito).

Assim, os gregos tiveram que se manter vigilantes para garantir que a procedência do Espírito a partir do Pai apenas era ensinada e, após a versão revisada do Credo de Jerusalém ter se tornado um credo ecumênico, eles passaram a ter um texto sagrado em defesa de suas doutrinas[60][61]. O ponto de vista de Fócio, de que o Espírito Santo procederia apenas do Pai, seria, neste contexto, descrita apenas como uma reafirmação da doutrina de Teodoreto.

Sob persistente pressão dos Padres da Igreja presentes no Concílio de Calcedônia (451), Teodoreto finalmente pronunciou um anátema sobre Nestório[62] e morreu seis anos depois, em 457 d.C. Quase cem anos depois, o Segundo Concílio de Constantinopla (553) declarou um anátema sobre qualquer um que defendesse os escritos de Teodoreto contra Cirilo e seus Doze Anátemas[63], o nono dos quais Teodoreto havia atacado pelo que ele afirmava a respeito da procedência do Espírito Santo[58]

Ele é considerado um santo pela Igreja Ortodoxa, mas é chamado de "o excomungado" pela Igreja Ortodoxa Oriental[64]. Ambos os lados consideram Cirilo de Alexandria um santo. Ele tratou do assunto sobre o qual Teodoreto o acusara como um "engano". O próprio Cirilo ensinava que a doutrina latina da procedência do Espírito Santo a partir do Pai e do Filho parecia confundir as três hipóstases de Deus com os atributos comuns de cada hipóstase e com a manifestação energética (suas ações, realidades e relações) de Deus no mundo[65][66].

Primeiras oposições no oriente

Em 638 d.C., o imperador bizantino Heráclio, com o apoio do patriarca Sérgio I de Constantinopla, publicou a Ecthesis, que definiu como a forma oficial imperial do cristianismo como sendo omonotelismo, uma doutrina que afirmava que ainda que Jesus possuísse duas naturezas (a humana e a divina), ele possuía apenas uma vontade (a divina)[67][68]. Antes da Ecthesis chegar a Roma, o papa Honório I, que parecia apoiar o monotelismo, morreu. Seu sucessor, Severino, condenou a doutrina imediatamente e, por isso, não conseguiu assumir o trono até 640. Seu sucessor, o papa João IV, também rejeitou a doutrina completamente, levando a um grande cisma entre o ocidente e o oriente (vide controvérsia monotelita), que só seria finalmente resolvido em 681, no Terceiro Concílio de Constantinopla[69].
[editar]Afirmações de Máximo, o Confessor
 
 
Máximo, o Confessor.
 Ver artigo principal: Máximo, o Confessor
Enquanto isso, na África, um monge chamado Máximo, dito "o Confessor", travava uma furiosa campanha contra o monotelismo e, em 646, ele conseguiu convencer os concílios africanos a propor um manifesto contra a doutrina. Ele enviou-o ao novo papa, Teodoro I, que, por sua vez, escreveu para o patriarca Paulo II de Constantinopla explicando a natureza herética da doutrina. Paulo, um devoto monotelita, respondeu numa carta ordenando o papa a aderir à doutrina da vontade única. Teodoro então excomungou o patriarca em 649, declarando-o herético[70] por ter, em 647 ou 648, publicado, em nome do imperador Constante II, um édito conhecido como Typos, que bania qualquer menção de uma ou duas vontades ou "atividades" em Cristo[68]. O Typos conseguiu o oposto de seu intento, piorando a situação ao implicar que nenhuma das duas doutrinas era melhor do que a outra[71]. Teodoro planejou o Concílio de Latrão (649), mas morreu antes que pudesse de fato reuni-lo, o que o seu sucessor, Martinho I, fez. O concílio condenou a doutrina monotelita e o Typos, e o papa Martinho escreveu para Constante informando o imperador sobre as conclusões do concílio e exigindo que ele condenasse a doutrina monotelita e o seu próprio Typos[72]. Constante respondeu sequestrando Martinho e levando-o para Constantinopla, onde ele foi julgado, condenado ao banimento e acabou morrendo em consequência das torturas às quais ele foi submetido[73]. Máximo também foi julgado e banido após ter sua língua e sua mão direita cortadas[74].
Foi neste contexto de conflito entre o oriente e o ocidente que o patriarca monotelita Paulo de Constantinopla acusou o papa Teodoro por falar sobre o Espírito Santo como tendo procedido do Pai e do Filho. Máximo, o Confessor, escreveu uma carta em defesa da expressão utilizada pelo papa. As palavras com que ele declarou que seria errado condenar o uso romano da Filioque são as seguintes:
“ Eles [os romanos] produziram evidências unânimes sobre os padres latinos e também de Cirilo de Alexandria, a partir do estudo do Evangelho de João que ele fizera. Com base nestes textos, eles mostraram que eles não fizeram do Filho a origem do Espírito - eles sabem na verdade que o Pai é a única origem do Filho e do Espírito, o primeiro por geração e o outro por procedência - mas que eles manifestaram apenas a procedência através d'Ele e, assim, mostraram a unidade e a identidade da essência. Eles portanto tem sido acusados precisamente daquilo que seria errado fazê-lo, enquanto que os primeiros [os bizantinos] tem sido acusado daquilo que seria correto fazê-lo [de serem monotelitas]

Símbolo dos apóstolos -
Oração do Pai Nosso.

O Batismo Lucas 3, 21.

Pedro prega e vê a ação do Espírito Santo na casa de Cornélio: Atos 11, 18

O perdão tem legitimação em Cristo e autenticação para o futuro (é escatológico, sinal dos tempos, do porvir, do reino.). Somos todos pecadores... Deus concede o perdão em Cristo ressuscitado: Lucas 24, 46-47.
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Schema (=Ouve, ó Israel...) em Deuteronômio VI, 4-9.
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O mistério da Santíssima Trindade
 
As três pessoas da Santíssima Trindade é um só Deus em Três Pessoas distintas. O Pai, o Filho e o Espírito Santo, possuem a mesma natureza divina, a mesma grandeza, bondade e santidade. Apesar disso, através da história, a Igreja tem observado que certas atividades são mais apropriadas a uma pessoa que a outra. A Criação do mundo é mais apropriada ao Pai, a redenção ao Filho e a Santificação, ao Espírito Santo.

Nenhuma das Três pessoas Trinitárias exerce mais ou menos poder sobre as outras. Cada uma delas tem toda a divindade, todo poder e toda a sabedoria.

E justamente, nesta breve dissertação, constatamos a profundidade do mistério da Santíssima Trindade, ante a complexidade em assimilar a magnitude de Três pessoas distintas formando um só Deus.

Trata-se, portanto, de um grande mistério, central da fé cristã. As Escrituras são claras a respeito da Santíssima Trindade, desde o antigo, até o novo Testamento.

A festa da Santíssima Trindade é um dos dias mais importantes do ano litúrgico. Nós, como cristãos a celebramos convictos pelos ensinamentos da Igreja, que possui a plenitude das verdades reveladas por Cristo.

É dogma de fé estabelecido, a essência de um só Deus em Três Pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo.

É um mistério de difícil interpretação, impossível, de ser assimilado pelas limitações humanas.

Há séculos a Santa Igreja ensina o mistério de Três Pessoas em um só Deus, baseada nas claras e explícitas citações bíblicas. Mas desaconselha a investigação no sentido de decifrar tão grande mistério, dada a complexidade natural que avança e se eleva para as coisas sobrenaturais.

Santo Agostinho de Hipona, grande teólogo e doutor da Igreja, tentou exaustivamente compreender este inefável mistério. Certa vez, passeava ele pela praia, completamente compenetrado, pediu a Deus luz para que pudesse desvendar o enigma. Até que deparou-se com uma criança brincando na areia. Fazia ela um trajeto curto, mas repetitivo. Corria com um copo na mão até um pequeno buraco feito na areia, e ali despejava a água do mar; sucessivamente voltava, enchia o copo e o despejava novamente. Curioso, perguntou à criança o que ela pretendia fazer. A criança lhe disse que queria colocar toda a água do mar dentro daquele buraquinho. No que o Santo lhe explicou ser impossível realizar o intento. Aí a criança lhe disse: “É muito mais fácil o oceano todo ser transferido para este buraco, do que compreender-se o mistério da Santíssima Trindade”. E a criança, que era um anjo, desapareceu...

Santo Agostinho concluiu que a mente humana é extremante limitada para poder assimilar a dimensão de Deus e, por mais que se esforce, jamais poderá entender esta grandeza por suas próprias forças ou por seu raciocínio. Só o compreenderemos plenamente, na eternidade, quando nos encontrarmos no céu com o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Ao participarmos da Santa Missa observamos que, desde o início, quando nos benzemos, até o momento da bênção trinitária final, constantemente o sacerdote invoca a Santíssima Trindade, particularmente durante a pregação eucarística. As orações que o padre pronuncia após a consagração, que por certo são dignas de serem ouvidas com atenção e recolhimento, são dirigidas a Deus Pai, por mediação de Jesus Cristo, em unidade com o Espírito Santo.

E é na missa onde o cristão logra vislumbrar, pela graça do Espírito Santo, o mistério da Santíssima Trindade.

Devemos, neste momento, invocar a Deus Trino, que aumente nossa fé, porque sem ela, será impossível crer neste mistério, mistério de fé no sentido estrito. Mesmo sem conseguir penetrar na sua essência o cristão deverá, simplesmente, crer nele.

O mistério da Santíssima Trindade é uma das maiores revelações feita por Nosso Senhor Jesus Cristo. Os judeus adoram a unicidade de Deus e desconhecem a pluralidade de pessoas e a sua unidade substancial.

Os demais povos adoram a multiplicidade de deuses. O cristianismo é a única religião que, por revelação de Jesus, prega ser Deus uno em três pessoas distintas:

DEUS PAI – Não foi criado e nem gerado. É o “princípio e o fim, princípio sem princípio”; por si só, é Princípio de Vida, de quem tudo procede; possui absoluta comunhão com o Filho e com o Espírito Santo. Atribui-se ao Pai a Criação do mundo.

DEUS FILHO – Procede eternamente do Pai, por quem foi gerado, não criado. Gerado pelo Pai porque assumiu no tempo Sua natureza humana, para nossa Salvação. É Ele Eterno e consubstancial ao Pai (da mesma natureza e substância). Atribui-se ao Filho a Redenção do Mundo.

DEUS ESPÍRITO SANTO – Procede do Pai e do Filho; é como uma expiração, sopro de amor consubstancial entre o Pai e o Filho; pode-se dizer que Deus em sua vida íntima é amor, que se personaliza no Espírito Santo. Manifestou-se primeiramente no Batismo e na Transfiguração de Jesus; depois no dia de Pentecostes sobre os discípulos. Habita nos corações dos fiéis com o dom da caridade. Atribui-se ao Espírito Santo a Santificação do mundo.

O Pai é pura Paternidade, o filho é pura Filiação e o Espírito Santo, puro nexo de Amor. São relações subsistentes, que em virtude de seu impulso vital, saem um ao encontro do outro em perfeita comunhão, onde a totalidade da Pessoa está aberta à outra distintamente.

Este é o paradigma supremo da sinceridade e liberdade espiritual a que devem ter as relações interpessoais humanas, num perfeito modelo transcendente, só assim, compreensível ao entendimento humano. É desta forma que devemos conhecer a mensagem a Santíssima Trindade, mesmo sem alcançar os segredos do seu mistério.

 Desta maneira, devemos nos comprometer a adquirir certas atitudes nas nossas relações humanas. A Igreja nos convida a “glorificar a Santíssima Trindade”, como ma

nifestação da celebração. Não há melhor forma de fazê-lo, senão revisando as relações com nossos irmãos, para melhorá-las e assim viver a unidade querida por Jesus: “Que todos sejam um”.
http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/trindade/08.htm
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Referências
 
1. ↑ Lucas 3:22 e Mateus 3:17
2. ↑ Mateus 28:19
3. ↑ Colossenses 2:3
4. ↑ Mateus 28:18
5. ↑ Mateus 28:20
6. ↑ Marcos 2:5-7; conferir a afirmação de Isaías 1:18
7. ↑ João 10:28
8. ↑ João 17:21-22
9. ↑ Atos 5:3-4
10. ↑ I Coríntios 2:10-11
11. ↑ a b I Coríntios 12:11
12. ↑ João 14:10
13. ↑ João 16:13
14. ↑ Romanos 8:2
15. ↑ João 16:14
16. ↑ Lucas 12:12
17. ↑ Hebreus 3:7 e 1 Pedro 1:11-12
18. ↑ Apocalipse 2:7,11,17,29; 3:6,13,22
19. ↑ a b João 15:26
20. ↑ João 14:26
21. ↑ II Coríntios 3:17
22. ↑ Atos 2:22-36
23. ↑ Romanos 9:5; Tito 2:13
24. ↑ João 14:16
25. ↑ II Coríntios 13:13
26. ↑ Texto completo de I Clemente (em inglês). Early Christian writings. Página visitada em 05/02/2011.
27. ↑ J. Cabral, Em: Religiões, Seitas e Heresias à Luz da Bíblia citando Castex, Ed. Universal Produções, RJ, 5 edição
28. ↑ J. Cabral, Em: Religiões, Seitas e Heresias à Luz da Bíblia citando Castex, Ed. Universal Produções, RJ, 5 edição, pg.

29. ↑ Grillmeier, Aloys, 1975. Christ in Christian Tradition, Volume One, pg 126
30. ↑ Grillmeier, Aloys, 1975. Christ in Christian Tradition, Volume One, pg 431
31. ↑ A paralavra entre colchete é adendo ao seu real significado, visto que SENHOR na forma versalete era a tradução para o YHVH
32. ↑ Termo diversas vezes utilizado para a figura salvífica de Jesus
33. ↑ a b J. Cabral, Em: Religiões, Seitas e Heresias à Luz da Bíblia, Ed. Universal Produções, RJ, 5 edição, pg 186
34. ↑ Alden, Robert L. (1980) "Adon"; Theological Wordbook of the Old Testament 1:13. Chicago: Moody Press.
35. ↑ Scott, Jack B. (1980) "Elohim"; Theological Wordbook of the Old Testament 1:44.
36. ↑ Jo 16:27b-28a
37. ↑ Efésios 1:21, Filipenses 2:29
38. ↑ Jo 14:13-14
39. ↑ Jo 15:16
40. ↑ Heilen, E. "Adonai"; Enciclopedia Católica: "gramáticos hebreus, distinguem um pluralvirium, o virtutum".
41. ↑ I Tm 6:15; Apocalípse 17:14; Apocalípse 19:16
 
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sant%C3%ADssima_Trindade
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Dogmas sobre o Papa e a Igreja

1-A Igreja foi fundada pelo Deus e Homem, Jesus Cristo
"Cristo fundou a Igreja, que Ele estabeleceu os fundamentos substanciais da mesma, no tocante a doutrina, culto e constituição."
2- Cristo constituiu o Apóstolo São Pedro como primeiro entre os Apóstolos e como cabeça visível de toda Igreja, conferindo-lhe imediata e pessoalmente o primado da jurisdição
"O Romano Pontífice é o sucessor do bem-aventurado Pedro e tem o primado sobre todo rebanho."
3- O Papa possui o pleno e supremo poder de jurisdição sobre toda Igreja, não somente em coisas de fé e costumes, mas também na disciplina e governo da Igreja
"Conforme esta declaração, o poder do Papa é: de jurisdição, universal, supremo, pleno, ordinário, episcopal, imediato."
4- O Papa é infalível sempre que se pronuncia ex cathedra (De Cátedra com toda a autoridade e em nome de Jesus para a Igreja e o Mundo).
"Para compreender este dogma, convém ter na lembrança:
Sujeito da infalibilidade papal é todo o Papa legítimo, em sua qualidade de sucessor de Pedro e não outras pessoas ou organismos (ex.: congregações pontificais) a quem o Papa confere parte de sua autoridade magistral."
O objeto da infalibilidade são as verdades de fé e costumes, reveladas ou em íntima conexão com a revelação divina.
A condição da infalibilidade é que o Papa pronuncie ex catedra e só quando pronuncia "ex catedra".
- Que fale como pastor e mestre de todos os fiéis fazendo uso de sua suprema autoridade.
- Que tenha a intenção de definir alguma doutrina de fé ou costume para que seja acreditada por todos os fiéis. As encíclicas pontificais não são definições ex catedra, mas também não podem estar em contradição com o Magistério Ordinário Universal.
A razão da infalibilidade é a assistência sobrenatural do Espírito Santo, que preserva o supremo mestre da Igreja de todo erro.
A conseqüência da infalibilidade é que a definição ex catedra dos Papas sejam por si mesmas irreformáveis, sem a intervenção ulterior de qualquer autoridade."
5- A Igreja é infalível quando faz definição em matéria de fé e costumes
"Estão sujeitos à infalibilidade:
- O Papa, quando fala ex catedra.
- O episcopado pleno, com o Papa, que é a cabeça do episcopado, é infalível quando reunido em concílio ecuménico ou disperso pelo rebanho da terra, ensina e promove uma verdade de fé ou de costumes que sempre foi ensinada pela Igreja.
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Dogmas sobre os sacramentos

1- O Batismo é verdadeiro Sacramento instituído por Jesus Cristo
"Foi dado todo poder no céu e na terra; ide então e ensinai todas as pessoas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo."
2- A Confirmação é verdadeiro e próprio Sacramento
"Este Sacramento concede aos batizados a fortaleza do Espírito Santo para que se consolidem interiormente em sua vida sobrenatural e confessem exteriormente com valentia sua fé em Jesus Cristo."
3- A Igreja recebeu de Cristo o poder de perdoar os pecados cometidos após o Batismo
"Foi comunicada aos Apóstolos e a seus legítimos sucessores o poder de perdoar e de reter os pecados para reconciliar aos fiéis caídos depois do Batismo."
4- A Confissão Sacramental dos pecados está prescrita por Direito Divino e é necessária para a salvação
"Basta indicar a culpa da consciência apenas aos sacerdotes mediante confissão secreta."
5- A Eucaristia é verdadeiro Sacramento instituído por Cristo
"Aquele que come Minha Carne e bebe Meu Sangue tem a vida eterna."
6- Cristo está presente no sacramento do altar pela Transubstanciação de toda a substância do pão em seu corpo e toda substância do vinho em seu sangue
"Transubstanciação é uma conversão no sentido passivo; é o trânsito de uma coisa a outra. Cessam as substâncias de Pão e Vinho, pois sucedem em seus lugares o Corpo e o Sangue de Cristo. A Transubstanciação é uma conversão milagrosa e singular diferente das conversões naturais, porque não apenas a matéria como também a forma do pão e do vinho são convertidas; apenas os acidentes permanecem sem mudar: continuamos vendo o pão e o vinho, mas substancialmente já não o são, porque neles está realmente o Corpo, o Sangue, Alma e Divindade de Cristo."
7- A Unção dos enfermos é verdadeiro e próprio Sacramento instituído por Cristo
"Existe algum enfermo entre nós? Façamos a unção do mesmo em nome do Senhor."
8- A Ordem é verdadeiro e próprio Sacramento instituído por Cristo
"Existe uma hierarquia instituída por ordenação Divina, que consta de Bispos, Presbíteros e Diáconos."
9- O matrimónio é verdadeiro e próprio Sacramento
"Cristo restaurou o matrimónio instituído e bendito por Deus, fazendo que recobrasse seu primitivo ideal da unidade e indissolubilidade e elevando-o a dignidade de Sacramento."
[editar]Dogmas sobre as últimas coisas
10-A Morte e sua origem
"A morte, na atual ordem de salvação, é consequência primitiva do pecado."
11- O Céu (Paraíso)
"As almas dos justos que no instante da morte se acham livres de toda culpa e pena de pecado entram no céu."
12- O Inferno
"O inferno é uma possibilidade graças a nossa liberdade. Deus nos fez livres para amá-lo ou para rejeitá-lo. Se o céu pode ser representado como uma grande ciranda onde todos vivem em plena comunhão entre si e com Deus, o inferno pode ser visto como solidão, divisão e ausência do amor que gera e mantém a vida. Deve-se salientar que a vontade de Deus é a vida e não a morte de quem quer que seja. Jesus veio para salvar e não para condenar. No limite, Deus não condena ninguém ao inferno. É a nossa opção fundamental, que vai se formando ao longo de toda vida, pelas nossos pensamentos, atos e omissões, que confirma ou não o desejo de estar com Deus para sempre. De qualquer forma, não se pode usar o inferno para convencer as pessoas a acreditar em Deus ou a viver a fé. Isso favorece a criação de uma religiosidade infantil e puramente exterior. Deve-se privilegiar o amor e não o temor. Só o amor move os corações e nos faz adorar a Deus e amar o próximo em espirito e vida."
13- O Purgatório
"As almas dos justos que no instante da morte estão agravadas por pecados veniais ou por penas temporais devidas pelo pecado vão ao purgatório. O purgatório é estado de purificação."
14- O Fim do mundo e a Segunda vinda de Cristo
"No fim do mundo, Cristo, rodeado de majestade, virá de novo para julgar os homens."
15- A Ressurreição dos Mortos no Último Dia
"Aos que crêem em Jesus e comem de Seu corpo e bebem de Seu sangue, Ele lhes promete a ressurreição."
16- O Juízo Universal: "Cristo, depois de seu retorno, julgará a todos os homens."
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J B Pereira, Bíblia Ave Maria, (CHARPENTIER, 1982, p. 41), M. Beaude (1982) e A. George (1982) e http://pt.wikipedia.org/wiki/Credo_Niceno-Constantinopolitano e http://pt.wikipedia.org/wiki/Sant%C3%ADssima_Trindade
Enviado por J B Pereira em 14/01/2013
Reeditado em 14/01/2013
Código do texto: T4084749
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira