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                       A   DESPEDIDA
                                                
    
 No momento me apraz dizer que diagnosticar a dor de uma "despedida" é o sofrimento maior, como um adeus é para sempre!

     Que bom se não  tivessemos a necessidade dos relatos, como os porquês estamos  representados como fase final nos despedindo sempre...

     Resume-se "despedir para não mais voltar" ou quando não, de meras passagens como transeuntes esporádicos de um evento qualquer.

     Despedir-se como teoria no resumo de algo passado é se  abraçar a outras tantas mais continuidades futuras.

     Nem sempre estamos preparados no contexto real DE DEIXAR, DE PARTIR, DE ENCERRAR, DE CONCLUIR...

    DE  DEIXAR: são ferimentos, quando pelas necessidades vem a oportunidade de voltas, é antes de tudo uma pausa, um até breve, o voltar sempre. Seria a interrupção sem prejuízos e danos aos que ficam ou permanecidos por diversificados e justificados motivos. Sempre se almeja o "deixar para regressar".  A termilogia "do deixar", soa  muito pouco aceitável às realidades de quem fica.

     
DE  PARTIR: após eventos resumidos como passeios, viagens, festas... é um retorno salutar, necessário às atividades normais de cada indivíduo no que se diz respeito ao seu cotidiano de trabalho como rotina. Por um outro lado "o partir para sempre" relata a eternidade. Ela muito mal encarada, mal vivida... aceitada, conduzida... é pois, "a dor".

     
DE ENCERRAR: relata um término normal de qualquer hipótese. É o máximo como os extremos. Começa e "se encerra" para uma nova continuidade, visando a página do sofrimento. "Encerrar" é uma redundante posição pouco conveniente como término também.

     
DE CONCLUIR: como alívio de  encerramento de um  projeto ou plano qualquer. Lado positivo definido como "conclusão" no processo de algo desenvolvido, atingido por uma satisfação plena, no aguardo de um retorno próspero, bem avaliado. "Concluir negativamente" é a barreira  sem volta, derrotado, insatisfatório, terminantemente amofilado.

     Logo os opostos existem nas mais múltiplas existências da vida, no comando das próprias realidades cabíveis para o momento em que se enquadra.

     A diversidade de uma "despedida" está no contexto de como cada um a recebe.

     Um condicionamento genralizado de que a DESPEDIDA  é o ápice de um ADEUS! Depende exatamente do conceito do momento de como ela está sendo usada ou empregada.

     Diante de toda uma complexidade da "despedida", fiquemos com o caminho alegre, deixando no invisível excluído o NEGATIVO DA DESPEDIDA, trocado pelo VOLTO DEPOIS, porque EU NÃO PARTO e sim... FAÇO UMA PAUSA!

                                



Fonte:Conceitos de Vida
Autor:Prof. Roangas -Rodolfo Antonio de Gaspari-
Ilustração: Fotos Google



     


     

roangas
Enviado por roangas em 25/06/2010
Reeditado em 25/06/2010
Código do texto: T2340014
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
roangas
Porto Ferreira - São Paulo - Brasil, 73 anos
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