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                                                  SÍNTESE
                 Não importa que tenhamos perdido todas as forças! O importante é a meada daquilo que conscientemente sabemos neste ápice das derrotas atingidas pela maldade. Fiquemos pelos erros, quando outrem saboreia o desejo das quedas alheias. Tenhamos pela pena o mesmo almejo de um bem-querer em troca da luz contida dentro de nós, para que ela irradie muito progresso, todo sucesso como prêmio do abismo que vimos sendo colocados visivelmente às impossibilidades do prezado momento estar atados. Justificativas se opõem, o fraco cai e aqueles fortes navegam pelos atalhos da lama, porque o complexo de saber perder está distante naquele que sempre praticou o mal.
                            Perguntamos:
                         - Onde erramos? –Em nenhum momento, pois as chagas dos mesmos erros vêm sendo construídas com as pautas ditadas pelo ódio dos seres colocados no procedimento da maldade.   Ninguém foge da sua própria realidade; planta-se a semente de tão somente da negatividade. Cientes e, portanto já sabemos criteriosamente onde depositaram tudo isso!... Os caos que se repetem no cotidiano; atrapalham, enquanto os causadores do mal se deliciam pelos seus próprios interesses ao oportunismo das derrotas do mais próximo. Felizes para que  se queira distanciar da infelicidade; todo apurar dos “porquês” nos torna grande demais na pureza por nunca termos almejado o mal aos nossos alheios. Tentamos construir sempre o bem, porém o humano, na figura específica de determinadas pessoas, infelizmente distanciam da prática da aceitação, do envolvimento que os seres têm o seu direito de ser feliz, de sorrir, de caminhar de mãos dadas, do ombro que todos querem depositar o sentimento pelo valor como potencial de estar prontos para se doar na prática do bem. Se fugir possa ser a certeza de melhorias estaremos sempre nos retirando avaliadas às consequências posteriores. Assim, mesmo vencidos ainda somos privilegiados quando já descobrimos de onde surgem todas estas derrotas a dois. Cientes estão que exterminando o sentimento dos seres que se amam, se querem... sempre será o ponto de partida das falências futuras. Mas o sol norteará a esperança dos mesmos inimigos que cruzam nossas vidas. Jamais  poderemos renegar aquilo que queremos, mesmo atados, sem se saber por onde ir, por onde se encontra a “chave” de todos estes “porquês”... Somos sim, importantes demais pelas descobertas de cada inimigo, de cada procedimento dele. As forças ainda terão oportunidade de chegar até nós! E, até quando ela possa se aportar já nos sentimos fortes mesmo distantes de quem nos amamos. 
                   Resta diante das barbaridades registrarem mil escusas, sabendo que elas foram geradas pelo mal. Não permanece rancor e tão menos apontar os erros, pois o mal nunca surgirá com enzimas positivas. É uma muralha que se tomba para ser autovigiado da maldade. As retratações também perderam rumo, mas a esperança haverá de habitar em nós. Ainda nos salda a religiosidade. a fé, o horizonte para o éden da felicidade... Se o resultado ainda mora no dizer: - De mãos dadas o humano pode vencer todas as guerras, porque a justiça paira na conclusão de um resultado vitorioso,mesmo abatido pela tristeza do momento ao registro histórico de quando nos descobrimos. Quantos planos, quantas tentativas, quantas quedas, quantos acertos... O amor permanece no desejo da pureza, da felicidade, do quanto pudemos deixar esclarecido tudo isso. Não se trata de um adeus e sim de um até breve porque voltamos sempre! Não nos deixemos tombar mais!...




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                               Autor:Rodolfo Antonio de Gaspari-Roangas-
                                         Categoria: Crônica
                                         Fonte: Diverso Universo de Crônicas
                                         Imagem: Divulgação

                                         
            

 
roangas
Enviado por roangas em 22/01/2013
Reeditado em 22/01/2013
Código do texto: T4098662
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
roangas
Porto Ferreira - São Paulo - Brasil, 73 anos
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