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Bullying na escola

 Arthur era uma criança muito temperamental, na sua faixa etária dos seus onze anos de idade, residia no perímetro urbano do país Mexicano e desde cedo, Arthur foi um menino que deu muito trabalho aos seus pais, não foi por falta de vontade dos mesmos, mas pelo simples fato do menino vim de uma família rica. Achava ele que poderia está acima de todos principalmente dos seus coleguinhas de classe onde o mesmo estudava, sua escola era conhecida como parque da educação. Algo que não tinha em Arthur de fato era simplesmente o nome trazido pela escola educação, muitos dos coleguinhas do menino Arthur era filhos de pessoas de baixa renda e bolsista na escola, enquanto Arthur era um menino muito requintado, muito bem vestido nos melhores trajes que o dinheiro o propusera o conforto. Chegava de motorista no carrão importado enquanto os coleguinhas vinha mesmo era no ônibus o famoso (buzu), e tudo isso levantava ainda mais a auto-estima de Arthur o tornando cada vez mais prepotente e superior a todos. Em sua sala de aula lá estava Arthur distante dos outros alunos de classe, não se inturmava de maneira alguma, com medo de pegar uma virose, piolho, coceira, ou seja tudo de ruim que ela achava provinda ser só do pobre. Era seu orgulho de fato, e toda dinheirana que o dava status superior, a professora Cristina em outra semana se propôs fazer um trabalho em grupinho, já percebia ela a atitude de indiferença desigual que mantia Arthur. Assim o fez juntou grupinho por grupinho mas Arthur mais uma vez se superou com suas bizarras, levantou o seu tom de voz que não se juntaria com aqueles pirralhos, fedentos, pobres e medíocres, a professora se sentiu muito ofendida e veio a lágrimas, pois a beleza que vinha no rosto do menino Arthur, se escondia por trás um menino hipotético, preconceituoso e superior a todos. Arthur não se comoveu nem um pouco com as lágrimas da professora, e questionou que a professora chorasse muito que só assim era possível lavar a pobreza da sala. A professora olhou para Arthur e já não mais o tolerou, pedindo que se retirasse em seguida para a diretoria, Arthur levantou  olhou para professora e saiu de cabeça erguida, batendo fortemente a porta. A professora segui logo atrás e dentro da direção da escola, foi redigida uma advertência para os pais de Arthur. Foi entregue aos pais e no dia seguinte foram eles a escola, e transtornados com a situação do filho, resolveram cortar todas as regalias e deixar o filho viver como pobre por uns tempos para sentir de perto a dureza da vida. Arthur teve tudo cortado mesada, motorista, começou ir para escola de ônibus e ter o mesmo lanche da escola, mês se passaram e as mudanças vieram Arthur começou a perceber toda a beleza da vida e tratar de maneira carinhosa os seus colegas e assim viu que não existe ninguém melhor que ninguém é que só as vezes colocamos degraus a mais nas escadas onde não deveríamos subir.
ADAILTHON THEXEIRA
Enviado por ADAILTHON THEXEIRA em 14/04/2019
Reeditado em 17/04/2019
Código do texto: T6623424
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
ADAILTHON THEXEIRA
Muritiba - Bahia - Brasil, 26 anos
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ADAILTHON THEXEIRA