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Carta ao cavaleiro honroso matador de moinhos tenebrosos.



Já matastes quantos moinhos que lhe causam horror?
Suas hélices dotadas de profunda sapiência,
choca com minha ventania de ignorância,
em todos os sentidos, diga se de passagem.
Figuradamente, pude viajar em seu saber, qual extasiei.
Mesmo havendo fortes brados em favor do dito cavalheiro,
"As olhos de quem vê, o feio bonito lhe parece".
eu não tão gorda e você não tão maluco, pode ver quão distante é o nosso mundo.
Por isso me afastei,
não por sua grandeza e, mas sim por minha pequenez.
A "Formosa" Dulcinéia de Toboso; amante e amada,
só pode transformar na "Ávida" Maria, amiga e aprendiz.
 E a esse adorável boêmio cavaleiro caçador dos moinhos absolutamente reais, presto reverência e aplausos pela breve mas grandiosa participação,
em minha mesquinhez.
Caloroso abraços de sua admiradora e por sorte se for vontade dos poetas, aprendiz.

Uma  Mulher Vestida De Sol
 
Uma Mulher Vestida De Sol
Enviado por Uma Mulher Vestida De Sol em 07/07/2020
Código do texto: T6998508
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Sobre a autora
Uma Mulher Vestida De Sol
Itabirito - Minas Gerais - Brasil, 43 anos
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(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 12/08/20 21:46)
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