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Contos sobre assombrações,que fiquei sabendo

O nome dela,Dona Carmem,conta ela que na sua tenra mocidade,ela ficava lá pelas 19 horas,com suas amigas,em casa dos pais dela,enquanto eles iam à sala de orações.
Isso deles irem às orações,e voltarem,demorava três horas,e a pequena Carmem e suas amigas,ficavam sozinhas na casa,enquanto seus pais oravam não muito longe dali.

No meio das brincadeiras na mesa,resolveram ir para uma sala,deixando a cozinha e as cadeiras ali na mesa,com a luz dessa cozinha acesa.Lá pelas tantas,ouvíram conversas e risadas na cozinha,e tomaram coragem,pra espiarem pela porta entreaberta o que sería,e o que viram,Dona Carmem relembrava com quarenta anos:

-Ao espiarmos pela fresta da porta,vímos o que parecia ser nós mesmas,ali,sentadas na cozinha,e elas conversavam,e ríam demais,sem parar!Nós voamos pra baixo das cobertas nesse tempo,e nossos pais,nunca mais nos deixaram sozinhas em casa durante a noite.

Este conto quem me informou,e vivenciou as experiências,foi A.C.,cujo nome deve ser respeitosamente omitido,por motivos religiosos,e ele não pode aparecer em mídias.

Estava ele trabalhando como free-lancer,em uma casa de familia nobre,e tal rapaz,na época,ele era apaixonado pela filha do casal dessa familia,mas,ele acha que talvez eles sabiam,ou desconfiavam disso.

E se nunca souberam,como ele falava,melhor ainda!

Essa familia sempre avisava quanto tempo iría demorar para voltar,e eram bem pontuais,bem,da noite do ocorrido,disseram que seríam duas horas e meia.

Só que após vinte minutos da partida deles,A.C. ouvíu de sua cama,a porta da sala sendo destrancada com chave,e aberta,e ouvíu a voz deles ecoando pela mansão,ele conta que fingíu estar dormindo.E que pelo que ouvia de olhos fechados,eles entraram entre os quartos,e notou que saíram,menos a moça qual ele era apaixonado,pois ele ouvía o risinho dela a entrar no quarto que ele estava.Sentiu a mão dessa moça ser passada em seu rosto,e após,os passos leves dela em direção à porta de saída,que foi fechada e trancada novamente.

Conta ele,que não teve coragem de abrír os olhos,durante esse toque,supostamente da moça qual ele era apaixonado,pois alí ele notara que era algo surreal.

Quando criou coragem de abrír os olhos,a mansão estava sem objeto algum mexido fora do lugar.E ele finalizou:

-Após duas horas e meia,realmente eram eles chegando.E falaram que não havíam voltado antes,ao que falei que talvez havía sonhado aquilo.
Mario Enrique (O Escritor) e Mário Enrique Antúnez da Rosa e os contadores das narrativas
Enviado por Mario Enrique (O Escritor) em 11/12/2019
Reeditado em 12/12/2019
Código do texto: T6816307
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Mario Enrique (O Escritor)
São Leopoldo - Rio Grande do Sul - Brasil, 42 anos
143 textos (1725 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/01/20 07:18)
Mario Enrique  (O Escritor)