A LIBERDADE... O CONHECIMENTO... A VIDA... "O Mundo das LEIS, a Origem do DINHEIRO, A História dos BANCOS, a 'Filantropia' dos BANQUEIROS e a Evolução da HUMANIDADE". - (5ª parte).

A LIBERDADE... O CONHECIMENTO... A VIDA... “O Mundo das LEIS, a Origem do DINHEIRO, a História dos BANCOS, os ‘Filantropos’ BANQUEIROS e a Evolução da HUMANIDADE”. – (5ª parte).

8ª versão (sobre leis).

CRIANÇAS iam PARA a CADEIA no BRASIL ATÉ a DÉCADA de 1920.

Publicado em 09 de julho de 2015 – Por Ricardo Westin – Da Agência Senado.

“Foto: - Crianças trabalham em Fábrica de Sapatos no início do século 20. Em 1927, a atividade dos menores de 12 anos ficou proibida - Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro”.

Em 12 de outubro de 1927, no PALÁCIO do CATETE, o Presidente da REPÚBLICA, o ADVOGADO Fluminense Washington Luiz assinava uma LEI que ficaria conhecida como CÓDIGO de MENORES.

Hoje, passados quase 90 anos, a canetada do último Presidente da REPÚBLICA do Café com Leite é alvo das mais exaltadas discussões no Governo, no Congresso e na Sociedade.

Foi o CÓDIGO de MENORES que estabeleceu que o jovem é penalmente inimputável até os 17 anos e que somente a partir dos 18 responde por seus crimes e pode ser condenado à prisão.

O que agora está em debate no País é a Redução da Maioridade Penal para 16 anos.

O Código de 1927 foi a Primeira LEI do BRASIL dedicada à proteção da Infância e da Adolescência.

Ele foi anulado na década de 70, mas seu artigo que prevê que os menores de 18 anos não podem ser Processados Criminalmente resistiu à mudança dos tempos.

É justamente a mesma idade de corte que hoje consta da Constituição e do Código Penal, além do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - uma espécie de filhote do Código de Menores que nasceu em 1990 e completará 25 anos na segunda-feira (13).

A Pioneira LEI, que foi construída com a colaboração do SENADO, marcou uma inflexão no País.

Até então, a Justiça era inclemente com os pequenos infratores. Pelo Código Penal de 1890, criado Após a QUEDA do IMPÉRIO, crianças podiam ser levadas aos TRIBUNAIS de JUSTIÇA a partir dos NOVE anos da mesma forma que os CRIMINOSOS ADULTOS.

Notícias criminais protagonizadas por Crianças e Adolescentes eram CORRIQUEIRAS na IMPRENSA.

Em julho de 1915, o Jornal Carioca “A Noite” noticiou: “O juiz da 4ª Vara Criminal condenou a um ano e sete meses de prisão um pivete de 12 anos de idade que penetrou na casa número 103 da Rua Barão de Ubá, às 13h, e da lá furtou DINHEIRO e OBJETO no valor de 400$000”.

“Foto: - Notícias sobre prisões de menores eram comuns, como a publicada pelo jornal ‘A Noite’ em 06 de março de 1915”.

Um menor condenado por ladrão – O Dr. Albuquerque de Mello, Juiz da 3ª Vara Criminal, condenou hoje a seis meses de prisão com trabalhos, o menor Apollinário Caetano da Silva, pelo crime de furto e mais ainda por ter sido encontrado em poder do mesmo, instrumentos próprios para roubar.

Observações do escriba:

1ª - “Um menor condenado por ladrão”, dá a impressão de que quem o condenou foi o JUIZ que é LADRÃO. Repetindo: - Um MENOR condenado por LADRÃO. A “Manchete” é dúbia. Nos dias atuais, como no passado distante, existiam e ainda existem jornalistas tendenciosos.

2ª – Na atualidade a Emissora GLOBOLIXO é a campeã em notícias tendenciosas no BRASIL. Em muitos casos a chamada TVESGOTO solta notícias completamente falsas (Fake News). A credibilidade continua caindo, a audiência continua caindo e os patrocinadores continuam desaparecendo. A antiga TV “IMPERATRIZ” ou “VÊNUS PLATINADA” vai terminar NUA, SIFILÍTICA e SOZINHA. Além do mais, na condição principal de “Hiena Hidrofóbica”. A HIDROFOBIA não aleija. Mas, NÃO TEM CURA e MATA!

A mão policial também era pesada. Até o surgimento do CÓDIGO de MENORES, os pequenos delinqüentes recebiam o mesmo tratamento dispensado a bandidos, capoeiras, vadios e mendigos.

Uma vez Capturados, todos eram Atirados Indiscriminadamente na Cadeia.

Em março de 1926, o “Jornal do Brasil” revelou a estarrecedora história do menino Bernardino, de 12 anos, que ganhava a vida nas Ruas do Rio como Engraxate. Ele foi preso por ter atirado tinta num cliente que se recusara a pagar pelo polimento das botinas.

Nas quatro semanas que passou trancafiado numa cela com 20 adultos, Bernardino sofreu todo tipo de violência.

Os Repórteres do Jornal encontraram o garoto na Santa Casa “em lastimável estado” e “no meio da mais viva indignação dos seus médicos”.

REFORMATÓRIOS.

Em 1922, uma reforma do CÓDIGO PENAL elevou a Maioridade de NOVE para QUATORZE anos.

Com o Código de Menores de 1927, chegou-se aos 18 e a prisão de crianças e adolescentes ficou proibida.

Em seu lugar, teriam de ser aplicadas Medidas Socioeducativas, como se chamam hoje.

No caso dos delinqüentes com idade entre 14 e 17 anos, o destino seria uma Escola de Reforma (ou Reformatório), onde receberiam educação e aprenderiam um trabalho.

Os menores de 14 anos que não tivessem família seriam mandados para a Escola de Preservação, uma versão abrandada do Reformatório.

Os mais novos com família poderiam voltar para casa, desde que os pais prometessem às autoridades não permitir que os filhos reincidissem.

Extenso e minucioso, o Código se dividia em mais de 200 artigos, que iam além da punição dos pequenos infratores.

Normatizavam desde a repressão do trabalho infantil e dos castigos físicos exagerados até a perda do pátrio poder e a criação de tribunais dedicados exclusivamente aos menores de 18 anos.

No Brasil da virada do Século 19 para o Século 20, uma parcela considerável da população vivia na MISÉRIA.

Com o fim da Escravidão, em 1888, os Negros e suas Famílias se viram abandonados de uma hora para a outra, elevando as estatísticas da Pobreza.

Observação do escriba: - No BRASIL os principais responsáveis por essa tragédia foram os Donos de Engenhos de Açúcar, os Fazendeiros do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, os Donos de Cafezais, etc., enfim a ARISTOCRACIA RURAL BRASILEIRA. Assessorados pela ELITE dos BACHARÉIS e outros mercenários, escravocratas ou não. Eu escrevi acima os “principais responsáveis”. Existem outros!

A ainda Tímida Industrialização atraía gente do campo, mas não conseguia absorver toda a mão de obra disponível.

As cidades INCHAVAM e o desemprego e a criminalidade disparavam.

Observações do escriba:

1ª - As cidades INCHAVAM sem Saneamento Básico. E os INCHAÇOS das cidades continuam praticamente sem nenhum Saneamento Básico.

2ª - A vida no campo (com Casas Grandes e Senzalas), se já não era boa para os escravos, se tornaria pior com a Industrialização nos grandes centros urbanos. A Emenda seria pior do que o Soneto, no mundo ocidental e supostamente cristão. (...) Vou terminar virando PADRE após terminar meus textos! (...) Na próxima encarnação quero ser é BANQUEIRO. Vou registrar em cartório meu desejo e minha vontade...

Às crianças e aos adolescentes restavam dois caminhos. Ou trabalhavam, submetidos a serviços pesados ou perigosos, e, as jornadas eram exaustivas e os pagamentos irrisórios.

Trabalhadores imberbes eram vistos operando Máquinas nas Indústrias, vendendo Bilhetes de Loteria nas Ruas e participando das Colheitas nas Fazendas.

Ou, o segundo caminho, perambulavam pelas Ruas das cidades grandes, como Rio e São Paulo, agrupados em “maltas”, como se dizia, cometendo roubos, aplicando golpes, pedindo esmolas ou simplesmente vadiando.

Naquela altura, as escolas públicas eram raras e estavam reservadas para os FILHOS das CLASSES ABASTADAS.

A “Gazeta de Notícias”, numa reportagem de fevereiro de 1929, explicou o problema das Ruas para as crianças: “Aí aprendem coisas que não deveriam ou não precisariam saber: - Encontram más companhias que os desencaminham, adquirem vícios e maus costumes, deslizam para a vadiagem, a mendicidade, a libidinagem, a gatunagem e outras formas de delinqüência”.

Documentos preservados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que os Senadores foram protagonistas no longo processo que culminou na criação do Código de Menores de 1927.

Um dos pioneiros da causa infantil foi o Senador pelo Distrito Federal o MÉDICO Fluminense Lopes Trovão {(1848-1925) – (também jornalista)}. Ainda no final do século 19, ele subiu à Tribuna do PALÁCIO CONDE dos ARCOS, a sede do Senado, no Rio (que tinha o status de Distrito Federal), para dizer que era inaceitável a apatia do Poder Público diante das crianças abandonadas e delinqüentes.

“Ao Estado se impõe lançar olhos protetores, empregar cuidados corretivos para a salvação dos pobres menores que vagueiam a granel, provando nas palavras que proferem e nos atos que praticam não ter família. Se a têm, esta não lhes edifica o coração com os princípios e os exemplos da moral”, discursou ele em setembro de 1896.

PATRIARCALISMO.

Para o Senador, o Estado precisava ter poder para retirar de casa e internar em escolas especiais as crianças que não recebessem dos pais a devida educação moral.

Segundo ele, vários países avançados já subtraíam o Pátrio Poder das Famílias negligentes, como os Estados Unidos, a França e a Inglaterra.

O Senador e MÉDICO Fluminense Lopes Trovão acreditava que os cidadãos de sua geração já estavam corrompidos e não seriam capazes de tirar o Brasil do atraso social e conduzi-lo à civilidade. Para ele, a solução seria apostar todas as fichas nas crianças.

“Temos uma Pátria a reconstituir, uma nação a formar, um povo a fazer. Para empreender essa tarefa, que elemento mais dúctil e moldável a trabalhar do que a infância? São chegados os tempos de trabalharmos na infância a célula de uma mocidade melhor, a gênese de uma humanidade menos imperfeita. Preparemos na criança o futuro cidadão capaz de efetuar a grandeza da Pátria dentro da verdade do Regime REPUBLICANO”.

Muito embora o Senador e MÉDICO Fluminense Lopes Trovão já fosse uma figura respeitada por ter militado na linha de frente dos Movimentos ABOLICIONISTA e REPUBLICANO, o Projeto de Código de Menores que ele apresentou em 1902 terminou engavetado.

O SENADOR e JORNALISTA Fluminense Alcindo Guanabara {(DF) – 1865-1918 – (abandonou o curso de Medicina no 3º ano da Faculdade)} foi outro expoente na defesa da “infância desvalida”.

Em agosto de 1917, ele fez um enfático pronunciamento em que buscou convencer os colegas da necessidade urgente de um Código de Menores:

“São milhares de indivíduos que não recebem senão o mal e que não podem produzir senão o mal. Basta de hesitações! Precisamos salvar a infância abandonada e preservar ou regenerar a adolescência, que é delinqüente por culpa da sociedade, para transformar essas vítimas do vício e do crime em elementos úteis à sociedade, em cidadãos prestantes, capazes de servi-la com o seu trabalho e de defendê-la com a sua vida”.

O Projeto que o SENADOR redigiu em 1917 também acabou sendo arquivado.

Em 1906, como DEPUTADO FEDERAL, o JORNALISTA Fluminense Alcindo Guanabara já havia apresentado uma proposta semelhante, que tampouco avançou.

Outra tentativa de criação do Código de Menores foi feita em 1912, pelo Deputado Federal Paraense (PA) João Chaves (foi deputado federal em 1912, 1913 e 1914).

Desde o discurso do MÉDICO Fluminense Lopes Trovão, passaram-se mais de 30 anos até que o CÓDIGO de MENORES fosse aprovado. Foram vários os motivos da demora.

Um deles, segundo estudiosos do tema, foi a 1ª Guerra Mundial (1914–1918), que reduziu a mera frivolidade qualquer discussão em torno da infância. Outro entrave foi o PATRIARCALISMO.

“Os Senadores e Deputados faziam parte daquela Sociedade Patriarcal e não queriam perder o Poder Absoluto que tinham sobre suas Famílias até então”.

“O Código de Menores mudava essa realidade, permitindo que o Estado interviesse nas Relações Familiares e até tomasse o Pátrio Poder”, explica a HISTORIADORA Sônia Camara, autora do livro “Sob a Guarda da República” (Quartet Editora), que trata das crianças da década de 1920.

O HISTORIADOR Eduardo Silveira Netto Nunes, estudioso da evolução das LEIS da infância, vê um terceiro motivo.

De acordo com ele, uma parcela dos Parlamentares tinha aversão às propostas de Código de Menores porque a construção dos Reformatórios, Escolas e Tribunais previstos na Nova LEI exigiriam o Aumento dos Impostos.

“Até então, o Governo estava ausente das Políticas Sociais. Sua atuação se resumia à Repressão Policial. O Código de Menores apareceu como o prenúncio do que viria a partir dos anos 30, com Getúlio Vargas, que transformaria o Governo no grande administrador da sociedade e colocaria as Políticas Sociais como prioridade. Vargas, por exemplo, trouxe uma série de Direitos Trabalhistas”.

Na entrada da década de 20, os obstáculos começaram a cair. No governo do ADVOGADO Paraibano Epitácio Pessoa, o Ex-Deputado e ADVOGADO José Cândido Mello Mattos (a-1) foi encarregado de reformular o Projeto do Senador e JORNALISTA Fluminense Alcindo Guanabara e passou a conduzir o movimento.

Por influência dele, o Congresso aprovou uma série de LEIS relativas à infância que abririam caminho para a criação do Código de Menores.

Na época, a LEI ficou conhecida como Código Mello Mattos.

Observação do escriba: (a-1) - O ADVOGADO Baiano José Cândido Mello Mattos (1864-1934), foi o Primeiro Juiz da Infância do então Distrito Federal (RJ), portanto o 1º Juiz da Infância do BRASIL, que ficou conhecido como o “pai das crianças pobres”. Ensinou no Instituto Benjamin Constant e criou a Casa Maternal Mello Mattos. Atuou como Juiz da Infância de 1927 até 1934, ano de sua morte.

Sua conduta profissional e moral sempre foram muito respeitadas entre a maioria dos seus pares, acadêmicos, autoridades, da imprensa e a população em geral. Na época, como ainda nos dias atuais, a imprensa colocava algumas cascas de bananas no seu caminho, aguardando uma possível escorregada.

Nunca escorregou. Alguns idiotas Sensacionalistas queriam era Vender Jornais. A GLOBOLIXO não me deixa mentir. Não é mesmo?

DIA da CRIANÇA.

A data da assinatura do Código de Menores, em 12 de outubro de 1927, havia sido escolhida pelo ADVOGADO Fluminense Washington Luiz (Presidente da REPÚBLICA) a dedo, para coincidir com os festejos do DIA da CRIANÇA, criado por Decreto pouco antes por seu antecessor, o Presidente da REPÚBLICA, o ADVOGADO Mineiro Artur Bernardes.

A Nova LEI, em resumo, determinava ao Governo, à Sociedade e à Família que cuidassem bem dos menores de 18 anos.

Um dos artigos proibiu a chamada “RODA dos EXPOSTOS” (a-2), a medieval roleta embutida na parede externa de INSTITUIÇÕES de CARIDADE que permitiam à mulher - solteira, quase sempre - abandonar anonimamente o filho recém-nascido.

Com o CÓDIGO, a mãe teria que primeiro providenciar a Certidão de Nascimento do Bebê para depois poder entregá-lo aos Funcionários do Orfanato, onde se Lavraria um Registro, que poderia ser Secreto se fosse esse o desejo da mulher.

O trabalho infantil era fartamente explorado. Ainda que pouco produtiva, era uma mão de obra abundante e barata.

A partir de 1927, as crianças de até 11 anos não puderam mais trabalhar.

A atividade dos adolescentes entre 12 e 17 anos ficou autorizada, porém com uma série de restrições.

Eles, por exemplo, não poderiam trabalhar durante a noite nem ser admitidos em locais perigosos, como minas e pedreiras.

De acordo com a HISTORIADORA Maria Luiza Marcilio, autora do livro “História Social da Criança Abandonada” (Editora Hucitec), o CÓDIGO de MENORES foi revolucionário por pela primeira vez obrigar o ESTADO a cuidar dos abandonados e reabilitar os delinqüentes.

Ela, porém, faz uma ressalva: - “Como sempre acontece no Brasil, há uma distância muito grande entre a LEI e a PRÁTICA. O CÓDIGO de MENORES trouxe avanços, mas não conseguiu garantir que as crianças sob a tutela do Estado fossem efetivamente tratadas com dignidade, protegidas, recuperadas”.

O sucessor da LEI de 1927 foi o Código de Menores de 1979, criado pela ditadura militar. Depois, em 1990, veio o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Os dois primeiros códigos, grosso modo, dirigiam-se apenas aos marginais.

O ECA, por sua vez, vale para todas as crianças e adolescentes, independentemente da classe social. Antes, o foco das LEIS estava nas PUNIÇÕES. Agora, nos DIREITOS.

Nos velhos códigos, o infrator capturado era punido automaticamente. Hoje, ele tem direito a ampla defesa e, para isso, conta com o trabalho dos Defensores Públicos.

O termo “MENOR”, que se popularizou na época do código de 1927, agora é abominado pelo meio jurídico.

O ECA, em seus mais de 250 artigos, não o utiliza nenhuma vez. No lugar de “MENOR”, adota a expressão “criança ou adolescente”.

Explica o HISTORIADOR Vinicius Bandera, autor de um estudo sobre a construção do primeiro código: - “‘MENOR’ é um termo Pejorativo, Estigmatizante, que indica Anormalidade e Marginalidade”.

‘Criança ou adolescente’ é condizente com os novos tempos. “Remete à ideia de um Cidadão que está em desenvolvimento e merece cuidados especiais”.

Observações do escriba:

1ª - É condizente com os Novos Tempos? Será mesmo? Vou recorrer à minha mais prática fonte de informação que é a Wikipédia.

2ª – DIA das CRIANÇAS - Origem: -Wikipédia, a enciclopédia livre.

3ª - O DIA das CRIANÇAS é uma data comemorativa celebrada ANUALMENTE em homenagem às CRIANÇAS, cujo dia efetivo Varia de Acordo com o PAÍS. No BRASIL é Celebrado em 12 de OUTUBRO.

4ª - Em 1924, o Deputado Federal, o MÉDICO Fluminense Galdino do Valle Filho (1879-1961 – 81 anos) - estudou no Colégio Anchieta, de Padres e Irmãos Jesuítas, e, formou-se na Faculdade Nacional de Medicina em 1903 -, lançou a ideia do DIA da CRIANÇA. Os Deputados aprovaram e o dia 12 de OUTUBRO foi oficializado pelo então Presidente da REPÚBLICA, no caso o ADVOGADO Mineiro Arthur Bernardes, por meio do Decreto nº 4867, de 05 de novembro de 1924.

5ª - Em 1925, foi proclamado em Genebra o DIA INTERNACIONAL da CRIANÇA durante a CONFERÊNCIA MUNDIAL PARA o BEM-ESTAR da CRIANÇA, sendo celebrado desde então em 1º de junho em vários países.

6ª - Em 1940, o Presidente da REPÚBLICA, o ADVOGADO Gaúcho Getúlio Vargas instituiu um Novo Decreto, que "fixava as bases da Organização da Proteção à MATERNIDADE, à INFÂNCIA e à ADOLESCÊNCIA em todo o PAÍS", e que criava uma Nova Data de Comemoração, conforme o Artigo 17, do Capítulo VI: - “Será comemorado em todo o país, a 25 de março de cada ano, o DIA da CRIANÇA. O fato é que, por alguma razão, a data de 25 de março ficou apenas "no papel". Aqui o ADVOGADO Gaúcho Getúlio Vargas chamou a atenção para um detalhe: - A MATERNIDADE. Existem CRIANÇAS sem a participação do ÚTERO das MULHERES? Como?

7ª – Em 1959 a ONU reconhece o dia 20 de novembro como o DIA MUNDIAL da CRIANÇA, por ser a data em que foi aprovada a DECLARAÇÃO UNIVERSAL dos DIREITOS da CRIANÇA.

8ª - Somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "SEMANA do BEBÊ ROBUSTO" e aumentar suas vendas, é que a data de 12 de OUTUBRO passou a integrar o Calendário das Festas Comerciais. Logo depois, outras empresas decidiram criar a SEMANA da CRIANÇA, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os Fabricantes de Brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção, e fizeram ressurgir o Antigo Decreto de 1924. A estratégia deu certa, pois, desde então, o DIA das CRIANÇAS é comemorado com muitos presentes. Aqui entrou a força do CAPITALISMO, ou seja, a força do DINHEIRO, da PROPAGANDA e do CONSUMISMO.

9ª - Em 1989 a ONU reconhece o dia 20 de novembro como o DIA MUNDIAL da CRIANÇA, por ser a data em que foi aprovada a CONVENÇÃO dos DIREITOS da CRIANÇA.

10ª – O Estatuto da CRIANÇA e do Adolescente (ECA), foi instituído pela LEI nº 8.069 no dia 13 de julho de 1990, durante o mandato do então Presidente da REPÚBLICA, o ECONOMISTA Fluminense Fernando Collor de Mello, que foi apeado do poder pelos Anões do Orçamento, pelos caras-pintadas protegidos pelo ECA, e pela GLOBOLIXO qualquer coisa de Televisão.

11ª – O ECA passou pelo desgoverno do SOCIÓLOGO Fluminense Fernando Henrique Cardoso (aquele mesmo que rasgou a CONSTITUIÇÃO de 1988 e comprou um segundo mandato Presidencial).

12ª – O ECA passou pelo desgoverno do GREVISTA e SINDICALISTA Pernambucano MOLUSCO Barbudo da Silva – ex-presidiário de araque, condenado e que continua solto, e que, continua incitando os protegidos pelo ECA, a realizarem manifestações terroristas, por todo o BRASIL.

13ª – O ECA passou pelo desgoverno da ex-guerrilheira e ECONOMISTA Mineira Dilma da Mandioca, que foi expulsa do Mandato Presidencial por excesso de incompetência e por roubalheira.

14ª – O ECA passou pelo desgoverno do ADVOGADO Paulista Michel Temer, que foi preso duas vezes e solto duas vezes, por receber de amigos “honestos” uma mala recheada de DINHEIROS – uma mala ou mais, não sei DIREITO -, DINHEIROS estes, que nunca chegaram nas mãos das CRIANÇAS deserdadas da SORTE. É melhor do que deserdadas do AZAR...

15ª – O ECA quase inútil, continua no GOVERNO Exitoso do 1º Mandatário do BRASIL, o Capitão Paulista JAIR MESSIAS BOLSONARO, eleito Constitucionalmente e Legitimamente por quase 58.000.000 de votos válidos de Brasileiras e Brasileiros.

16ª – Não confundir o ECA com a CUECA, pois, a peça íntima dos homens, para a impoluta PETRALHADA é um símbolo sagrado, para transportar DINHEIROS e DÓLARES que deveriam ser do ECA das CRIANÇAS para as CUECAS dos ADULTOS ladrões. Também não confundir CRIANÇAS com “CRIONÇAS”. A Deputada Federal Maria Doida “Champinha” sabe muito bem do que estamos falando.

17ª – O problema das CRIANÇAS deserdadas da SORTE de antigamente, continuam deserdadas da SORTE atualmente, graças ao nosso ORDENAMENTO JURÍDICO decadente.

18º - O ECA continua ainda aparelhado por muitos ESQUERDOPATAS, SOCIALISTAS, COMUNISTAS, SINDICALISTAS, PSOLISTAS e a PETRALHADA ladrona inconformada com a acachapante derrota do “candidato Poste” do MOLUSCO Barbudo em 2018.

19º - Muitos integrantes da ELITE dos BACHARÉIS dão apoio às gambiarras jurídicas que atrapalham e facilitam o trabalho de Corruptos e Corruptores ligados ideologicamente, com mais frequência, aos partidos de esquerda.

RODA dos EXPOSTOS (a-2).

Origem: - Wikipédia, a enciclopédia livre.

“Foto: - ‘La guardia alla ruota dei trovatelli’ de Gioacchino Toma (1846-1891)”.

A RODA dos EXPOSTOS ou RODA dos ENJEITADOS consistia num mecanismo utilizado para abandonar (expor ou enjeitar na linguagem da época) RECÉM-NASCIDOS que ficavam ao cuidado de Instituições de Caridade.

O mecanismo, em forma de tambor ou portinhola giratória, embutido numa parede, era construído de tal forma que aquele que Expunha a CRIANÇA não era Visto por Aquele que a Recebia.

Esse modelo de acolhimento ganhou inúmeros adeptos por toda a Europa, principalmente a IGREJA CATÓLICA, a partir do século XVI.

EM PORTUGAL.

“Foto: - Roda dos Expostos (Recolhimento de Santa Maria Madalena, Ilha de Santa Maria (Açores), Portugal)”.

Em Portugal, as rodas espalharam-se a partir de 1498 com o surgimento das Irmandades da Misericórdia, financiadas pelos Senados das Câmaras.

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa foi pioneira neste dispositivo.

Segundo as Ordenações Manuelinas de 1521 e confirmadas pelas Ordenações Filipinas de 1603, as Câmaras deveriam arcar com o Custo de Criação do Enjeitado Nascido sob a sua Jurisdição, caso esta não tivesse a Casa dos Expostos e nem a Roda dos Expostos.

A Câmara teria essa obrigação até que o Exposto completasse sete anos de idade.

NO BRASIL.

As primeiras Santas Casas de Misericórdia da América Portuguesa que receberem a Roda dos Expostos foram as de Salvador (1726) e a do Rio de Janeiro (1738).

APELIDOS.

Os Expostos não eram anônimos, ou desprovidos de reconhecimento por aqueles com quem convivia.

É gente que cresce, casa, usa e toma apelidos de diversa origem: - Da família que o criou, dum padrinho ou duma madrinha, duma profissão que entretanto aprende, ou que seja a do pai ou da mãe da família que o criou, da sempre citada alcunha, própria ou dalgum dos anteriores, ou mesmo do (ou dos) pais que, entretanto, aparecem ou se sabe quem é (são).

Em muitos assentos de batismo, aparecem os nomes dos pais, ou apenas os apelidos, que os pais/mãe deixavam escrito num papel junto com a CRIANÇA quando os deixavam na Misericórdia.

Noutros casos, os nomes aparecem à margem quando os pais os voltavam a ir buscar.

As CRIANÇAS, no caso de virem a ser batizadas por quem as recolhia na Roda dos Expostos, tomavam apelidos de origem Religiosa, como dos Santos, dos Anjos, de Jesus, etc, os quais não eram, todavia, exclusivamente usados nestes casos.

Observações do escriba:

1ª - Na Wikipédia estão disponíveis duas Referências e três Ligações Externas.

2ª – A existência no passado da RODA dos EXPOSTOS, e no passado e no presente, das Casas Maternais, dos Orfanatos e das Santas Casas de Misericórdia, mostra os benefícios trazidos pela Igreja Católica para muitos desamparados pelo mundo afora.

3ª – É lamentável saber que nos dias atuais o Papa Argentino, tenha “pendores” comunistas, e que seja capaz de dar tapas em mulheres. É só consultar a INTERNET e os leitores verão as cenas ao vivo e em cores. O chamado “Sumo Pontífice” dando um péssimo exemplo.

EIS as DUAS REFERÊNCIAS LOGO ABAIXO.

01 - Franco, Renato. (1º de outubro de 2010). Rejeitados, jamais. Revista de História da Biblioteca Nacional, acesso em 16 de outubro de 2010.

02 - Ferreira, Luciana Vieira. A Criação de Enjeitados em Vila Rica: a permanência da caridade (1775-1850). II Encontro Memorial do ICHS da Universidade Federal de Ouro Preto, 2009.

CATEGORIAS:

SOCIEDADE.

INFÂNCIA.

Esta página foi editada pela última vez às 20h50min de 08 de março de 2019.

Em 1980, a então útil ONU (hoje quase inútil), a então útil OMS (hoje um cabide de empregos bens remunerados), além de outros Organismos Internacionais, declararam através da IMPRENSA MUNDIAL que a deformante e letal VARÍOLA estava ERRADICADA do Planeta TERRA. A “arma” usada para combater a terrível doença foi apenas uma VACINA!

Em 1980, um País Continental chamado BRASIL, dava um exemplo ao MUNDO, de que, era capaz de ERRADICAR a debilitante POLIOMIELITE usando apenas uma VACINA, exemplo este seguido por outros países da AMÉRICA do SUL, e, depois, um benéfico caminho que foi trilhado por quase todos os Países do MUNDO. Mas...

Em 1980, o Planeta TERRA foi “presenteado” com uma nova e misteriosa enfermidade chamada de SIDA ou AIDS. Após quase quatro décadas não existe uma única VACINA para evitar a enigmática patologia. Estranho ou muito estranho?

Então a luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e, a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA, também continua.

Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. BOA leitura, BOA saúde, BONS pensamentos e BOM DIA.

Aracaju, capital do Estado de Sergipe, localizado no BRASIL, um País que combate ferozmente o ainda LÍCITO TABAGISMO e que quer legalizar na tora outras DROGAS ainda ILÍCITAS, inclusive a ESQUIZOFRÊNICA maconha. Não tem TREM na LINHA. Tem é TRAFICANTE “político nessa estória.

Aracaju, segunda-feira, 06 de janeiro de 2020.

JORGE MARTINS CARDOSO – Médico – CREMESE nº 573.

Fontes: (1) – INTERNET. (2) – Google. (3) – Wikipédia. (4) – Outras fontes.

P. S. – Deixaremos de falar sobre as LEIS por enquanto, e passaremos a falar de DINHEIRO, que é algo que todo mundo precisa para pagar as suas compras e as suas contas. Alguém já escreveu: - “DINHEIRO não é o PROBLEMA. O PROBLEMA é a falta de DINHEIRO”. É. Tá bom! Ei! Você aí, me dá um DINHEIRO aí, me dá um DINHEIRO aí. Não vai dar, não vai dar não, você vai ver a grande confusão... Vamos ver como foi a “Origem do DINHEIRO”.