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Felicidade é para todos

O sentimento de inferioridade ou superioridade são defeitos puramente humanos e se saciam com nada. O amor pela palavra é felicidade, o amor pelo dinheiro é promiscuo veemente pecado. A palavra felicidade é âmbar da vida eterna e coaduna com corações puros e honestos. O sentimento de vaidade se mostra fértil quando nos abraçamos com o famoso dinheiro. Como diz o livro, vaidade das vaidades tudo é vaidade e o orar se volta ao pecado dinheiro e a felicidade se coloca ao lado oposto do que deve se ser. Cremos que o fruto do trabalho não é pecado, mas sim como o que fazemos com o dinheiro de errado. A certeza de que o dinheiro é sujo é verdade, mas o que Deus quer é nos desapegar da moeda para não ficarmos sujos em uma praça ou lugar mais lutar pela dignidade humana de ter-se moradia, trabalho, estudo e uma fé a se seguir. O coração de deus mostra a eficácia de que quem é pobre pode ser feliz e quem é abonançado também. É preciso partilhar para se consolar. E verbo eterno, Jesus, e o cálice que pagou por nós nos deu a vida eterna. E afastou para longe de nós o pecado e a perdição. E o seu amor invadiu o corpo, a mente e a alma nossa com seus carismas e dons. A felicidade no céu adentrou o coração de nossa felicidade humana e divina corrigindo nossos defeitos exacerbamos nossas qualidades e carismas individuais. Com o semear da vida eterna todos podem ir ao céu, basta querer. E o pecado longe para sempre de nossas famílias tornando a fé fértil solo de eternidade condigna  e absoluta. A piedade se pede para se conseguir a fé em tornar-se felicidade plena e o amor também se torna amor divino começando na terra e acabando por ir ao céu. O condicionamento de viver a castidade e a caridade matrimonial nos chama a conversão. O carinho por Jesus é o âmbar da realidade humana e servil e o coração abarca um contingente enorme de realidades frementes. O corpo e o espírito são flagelados na carne, transpassadas, de pregos e água com sangue com o coração cravejado de espinhos. Assim passa a amar quem não se ama e quem ama se amar muito mais pela realidade cristã é assim e o coração é fonte de sabedoria e fervor de fé inabalável. Como foi dito, felicidade é não para alguns e sim ser levados a todos os que buscam a excelência da paz eterna e o perdão de Deus Pai a todos os pecadores. As pazes que se enaltecem em cada alma vivente é o amparo cristão a quem procura Jesus. E a sua cruz basta seguir para dar exemplo e se salvar. E amar o pecador é tarefa de todos nós, pois o nascer é pecado, o morrer também mais o diferente está em como nascer bem e como morrer lutando bem em coragem de caráter vivente e solicito. O horizonte de se amar a castidade de felicidade é mais generosa que um casal que não vive uma sexualidade santa e vinificada no evangelho. O amor que tudo se transforma em apaziguar as feridas da alma é sentir o amor de Jesus nos amando com fé e realidade em discernimentos de nossas faltas ou pecados. A felicidade pode todos os dias, basta procurar.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 18/08/2019
Código do texto: T6723232
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gumer Navarro
São Paulo - São Paulo - Brasil, 36 anos
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Gumer Navarro