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Vacina contra balsonarices, neologismo de Josias de Souza em 10/11/2020. _ Poder e política: rede de poderes em ação e ideologias para o bem de si e dos outros?

           
         Tem por favor, uma vacina contra os erros políticos e falação hipócrita de balsonarices.

J B Pereira

               Hoje, que horror, bolsonário fala o povo de pais de maricas e os jornalistas de urubuzadas. Para não cometer plágio, blasonarices e vacina para balsonarices é hoje a expressão ou neologismo utilizados por Josias de Souza * , Comentarista — TV Gazeta do Jornal Gazeta SP, "direto de Brasília".
              Veja alguns de seus melhores artigos ou crónicas políticas em: https://www.tvgazeta.com.br/jornaldagazeta/comentaristas/josias-de-souza/
               Percebemos o negacionismo charlatão, falastral e falacioso dos bolsonaristas que invade tudo como fezes e sem fundamento científico e medicinal. Banca o tal e dá tiro para todo lado...
Quer se eleger. Mas, como e por quê?
               Esse negacionismo presidencialesco e balsonarismítico, a todo custo com sua propaganda antiética e banalização discursiva.
Porque no poder abafa a todos e disputa com Dória de SP a politização da pandemia Covid-19 e as vacinas.
                Ele está na contramão de tudo... parece um adolescente revoltado e mal resolvido, traumatizado... Gosta de militos, de voos de avião, não perde paradas de desfile militar, brincadeiras irônicas a cada visita que faz, não usa máscaras no lugar público e é mau exemplo em tudo nas regras de higienização e distanciação social como orientação contra o Covid-19.
              Briga com o Biden porque gosta de Trump, com a China porque é dominado pelo hipnotismo atlanticismo norteamericano.
               Esse é o balso do brasil que se votou e suportamos.
Defende negacionismo do mais baixo calão, o mais retrógrado e o deselegante social, destrutivo moralista e desinstalador da educação,  da saúde contra o esforço coletivo contra o coronavírus, desfaz do Enem, do SUS, defende a corrupção para ficar do lado dos filhos 01 A 05 envolvidos como o pai em corrupção, rachadinhas... Tal pai, tais filhos... Filho de corrupto, corrupto é? Infelizmente!

J B Pereira
Professor e escritor


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EM TEMPO
Pesquisa online
                               NOTA DE RODAPÉ

         *     Josias de Souza
https://pt.wikipedia.org/wiki/Josias_de_Souza

                   Josias de Souza (São Paulo, 11 de dezembro de 1961) é um jornalista brasileiro, que exerce desde 1984 essa profissão. Trabalhou por 25 anos na Folha de S.Paulo (repórter, diretor da Sucursal de Brasília, Secretário de Redação e articulista). É coautor do livro A História Real (Editora Ática, 1994), que revela bastidores da elaboração do Plano Real e da primeira eleição de Fernando Henrique Cardoso à Presidência da República. Em 2001, ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo (Regional Sudeste) com a série de reportagens batizada de Os Papéis Secretos do Exército.[1]

Atualmente, Josias é um comentarista de política.

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Outro artigo

 Richard Foxe
Convido-lhe a ler o texto:
https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-politica/6071907


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                        Recomendo ver e ler.... Você vai gostar dos autores e as abordagens...

Bom dia!

                  O SER ÉTICO E SER NÃO FASCISTA ... Abaixo, veja o pensamento exposto por Margareth Rago em Café Filosófico CPFL

                  A historiadora Margareth Rago
vai falar neste Café Filosófico.

                 Foucault: a filosofia como modo de vida | Margareth Rago
Café Filosófico CPFL
                 599 mil inscritos]

                  "O filósofo Michel Foucault viu o século XX organizado em torno de sólidas instituições sociais, que serviam para garantir a ordem, mas que afetavam também a constituição de quem somos e do que regia o nosso modo de viver. Foucault colocou em debate verdades até então inquestionáveis, no campo da justiça, do saber médico, das regras de conduta sexual...
                 Ele vê a filosofia como um modo de vida, onde “estéticas da existência” visam a constituição de subjetividades éticas, a partir das práticas da liberdade e das contracondutas em direção a uma vida não-fascista e é deste modo de encarar a filosofia que a ...

              A historiadora Margareth Rago vai falar neste Café Filosófico.

               https://www.youtube.com/watch?v=jw6zuBIoclI
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         QUEM SOMOS NÓS? | Michel Foucault por Oswaldo Giacoia Junior
https://www.youtube.com/watch?v=5XcxVHo4ozc
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ENTENDA O PENSAMENTO DE MICHEL FOUCAULT
                  Leandro Chevitarese apresenta o pensamento de Michel
                    Foucault e fala sobre os principais pilares de seu
                   pensamento.
                   https://www.youtube.com/watch?v=qGX65Adeteo


         REFERÊNCIA

          Michel Foucault, “O Panoptismo”, in Vigiar e Punir. Petrópolis:
          Vozes, 1977, pp. 173-204


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          Foucault: a filosofia como modo de vida | Margareth Rago

           Direito à democracia e à vida não fascista!
Crítica é sacudir as evidências é a função da filosofia sem deixar de ser ética. A busca da verdade de si e dos outros...
           O poder é interior e exterior: biopoder, biopolítica... O poder nos engendra... O poder age sobre nós, nos sujeita, nos domina, domina nosso corpo, nos eleva e nos adoece... nos induz ao prazer e nos proíbe o prazer... Ser dócil é ser você mesmo e não deixar que lhe façam tudo... bullying, pois a sociedade e ideologias vigiam e punem...
           A prisão produz crimes a mais e ovula hipocrisia...
Na prisão, reproduz o poder da sociedade dentro dos cárceres...
           A educação nos reproduz na sexualidade...  A loucura é recriada...
           Analítica do poder e não criar nova teoria do poder... Daí o biopoder.... o poder age no e sobre o corpo...  subjetividade é invenção da sociedade como ordem de discurso ... Racismo já é fisiobiopoder do século 19 no dr. Lombroso.

           https://www.youtube.com/watch?v=jw6zuBIoclI
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         A ordem do discurso
                                    Michel Foucault

           (L’Ordre du discours, Leçon inaugurale au Collège de France prononcée le 2 décembre 1970, Éditions Gallimard, Paris, 1971.) Tradução de Edmundo Cordeiro com a ajuda para a parte inicial do António Bento.


        "Mas o que há assim de tão perigoso por as pessoas falarem, qual o perigo dos discursos se multiplicarem indefinidamente? Onde é que está o perigo?

*

            É esta a hipótese que eu queria apresentar, esta tarde, para situar o lugar — ou talvez a antecâmara — do trabalho que faço: suponho que em toda a sociedade a produção do discurso é simultaneamente controlada, selecionada, organizada e redistribuída por um
certo número de procedimentos que têm por papel exorcizar-lhe os poderes e os perigos, refrear-lhe o acontecimento aleatório, disfarçar a sua pesada, temível materialidade.
           É claro que sabemos, numa sociedade como a nossa, da existência de procedimentos de exclusão. O mais evidente, o mais familiar também, é o interdito.
          Temos consciência de que não temos o direito de dizer o que nos apetece, que não podemos falar de tudo em qualquer circunstância, que quem quer que seja, finalmente, não pode falar do
que quer que seja.
        Tabu do objecto, ritual da circunstância, direito privilegiado ou exclusivo do sujeito que fala: jogo de três tipos de interditos que se cruzam, que se reforçam ou que se compensam, formando uma grelha complexa que está sempre a modificar-se.
           Basta-me referir que, nos dias que correm, as regiões onde a grelha mais se aperta, onde os quadrados negros se multiplicam, são as regiões da sexualidade e as da política: longe de ser um elemento transparente ou neutro no qual a sexualidade se desarma e a política se pacifica, é como se o discurso fosse um dos lugares onde estas regiões exercem, de maneira "

          Michel Foucault A ordem do discurso
          espaço michel foucault – www.filoesco.unb.br/foucault
               p. 3

            privilegiada, algumas dos seus mais temíveis poderes. O discurso, aparentemente, pode até nem ser nada de por aí além, mas no entanto, os interditos que o atingem, revelam, cedo, de imediato, o seu vínculo ao desejo e o poder. E com isso não há com que admirarmo-nos: uma vez que o discurso — a psicanálise mostrou-o —, não é simplesmente o que manifesta (ou esconde) o desejo; é também aquilo que é objecto do desejo; e porque — e isso a história desde sempre o ensinou — o discurso não é simplesmente aquilo que traduz as lutas ou os sistemas de dominação, mas é aquilo pelo qual e com o qual se luta, é o próprio poder de que procuramos assenhorear-nos. "

           Fonte:
           http://www.scribd.com/doc/2520353/Michel-Foucault-A-Ordem-
           do-Discurso

 http://www2.eca.usp.br/Ciencias.Linguagem/Foucault_ordemdodiscurso.pdf

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        "Uma corajosa investigação da história da segregação racial e seus ecos contemporâneos.

         Ta-Nehisi Coates é um jornalista americano que trabalha com a questão racial em seu país desde que escolheu sua profissão. Filho de militantes do movimento negro, Coates sempre se questionou sobre o lugar que é relegado ao negro na sociedade.
            Em 2014, quando o racismo voltou a ser debatido com força nos Estados Unidos, Coates escreveu uma carta ao filho adolescente e compartilha, por meio de uma série de experiências reveladoras, seu despertar para a verdade em relação a seu lugar no mundo e uma série de questionamentos sobre o que é ser negro na América.
           O que é habitar um corpo negro e encontrar uma maneira de viver dentro dele? Como podemos avaliar de forma honesta a história e, ao mesmo tempo, nos libertar do fardo que ela representa?
           Em um trabalho profundo que articula grandes questões da história com as preocupações mais íntimas de um pai por um filho, Entre o mundo e eu apresenta uma nova e poderosa forma de compreender o racismo.
            Um livro universal sobre como a mácula da escravidão ainda está presente nas sociedades em diferentes roupagens e modos de segregação."

https://www.amazon.com.br/Entre-mundo-eu-Ta-Nehisi-Coates-ebook/dp/B0182OZ9NS/ref=pd_sbs_351_1/140-6071974-9717652?_encoding=UTF8&pd_rd_i=B0182OZ9NS&pd_rd_r=3e557009-a5a8-49d5-9713-da22c8e2f288&pd_rd_w=Btomm&pd_rd_wg=KrI4t&pf_rd_p=5d742d17-1838-4b11-9c42-bd770f0cefeb&pf_rd_r=XPP2DHR4D54D2EX5T7E8&psc=1&refRID=XPP2DHR4D54D2EX5T7E8

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                                      USP

            Arquitetura, Espaço e Sociedade: Teoria e Crítica (2017)
                    https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=49053


          Michel Foucault, “O Olho do Poder”, in Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979, pp. 209-228;

Leitura recomendada:

         Daniel Defert, “Heterotopia: tribulações de um conceito entre Veneza, Berlim e Los Angeles”, in FOUCAULT, M., O Corpo Utópico, as Heterotopias. São Paulo: n-1 Edições, 2013, pp. 33-55.


         Foucault, M. "O olho do poder"Arquivo

            Defert, D. "Heterotopia: tribulações de um conceito"Arquivo

Veja outras referências:

         Gwendolyn Wright, Michel Foucault: negotiating colonial space. Copenhagen, Center for Urbanity and Aesthetics, 1998, pp. 1-17 (Working papers).


         Corbin, A. "As estratégias da desodorização"Arquivo

          Foucault, M. "A governamentalidade"Arquivo


          Foucault, M. "O Corpo Utópico" e "Heterotopias"Arquivo
https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=49053


         Foucault. Les Heterotopies (Transmissão radiofônica em francês, 1966)URL

          Michel Foucault, “O Panoptismo”, in Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes, 1977, pp. 173-204
           https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=49053


          Michel Foucault_"Método", in História da Sexualidade IArquivo
Rago, M. "A colonização da mulher"Arquivo

           Espaço rizomático e corpo sem órgãos
Projeção do filme "Tanaka Min à La Borde" (François Pain, 1987, 25min)

             Aula expositiva, leitura e discussão de textos
https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=49053

           Leitura em classe:
https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=49053

          Anthony Vidler, “Homes for cyborgs”, in The Architectural Uncanny. Cambridge: MIT Press, 1992, p. 147-164

          Leitura recomendada:
                     https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=49053
Gilles Deleuze e Felix Guattari, “Como criar para si um corpo sem órgãos”, in Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol.3. São Paulo: Editora 34, 1996

          Judith Butler, “Inscrições corporais, subversões performativas”, in
                           Problemas de Gênero: feminismo e subversão da
                           identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
                                2003, pp. 185-201


                Texto de Judith ButlerArquivo
                Entrevista com Paul B. Preciado, arquitetura e poder (em
                  espanhol)URL
                 https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=49053

      Eliane Brum, "E se a classe média de Pinheiros tivesse se omitido?",
                       El País, 24/07/2017
                https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=49053

          Texto de Eliane Brum
               https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=49053
J B Pereira e https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=49053
Enviado por J B Pereira em 10/11/2020


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https://documento.vunesp.com.br/documento/streampriv/MTM3MjU1MA%3d%3d
                         PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL
           PADRÃO DE RESPOSTA

https://documento.vunesp.com.br/documento/streampriv/MTM3MjU1MA%3d%3d

a) A criança, já ao nascer, tem os direitos inerentes à pessoa humana, com a especificidade de um ser que necessita de proteção integral devido à vulnerabilidade que o ser humano apresenta nos anos de vida iniciais. Seu desenvolvimento é complexo e articula, de modo interdependente, aspectos biológicos, psicomotores, afetivos, cognitivos, socioculturais, devendo receber cuidado e proteção para alcançar seus objetivos de realizar o potencial dos educandos e constituir sua
autonomia e identidade como sujeito.
("Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil" (MEC/SEB, 2010), in Resolução CNE/CEB nª 5/2009,
principalmente art. 3º e 4º; Oliveira e outros, 2015, cap1, pág. 30-33)

b) As diretrizes nacionais definem princípios éticos, políticos, estéticos para orientar as propostas pedagógicas de
Educação Infantil e estabelecem que essas propostas devem prever condições para o trabalho coletivo e para a
organização de materiais, espaços e tempos que assegurem a educação em sua integralidade, entendendo o cuidado
como indissociável do processo educativo e definindo como eixos da proposta curricular as interações e as brincadeiras.

("Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil" (MEC/SEB, 2010), Análise da Resolução CNE/CEB nª
5/2009, principalmente art. 8º, Parágrafo 1º, Inciso I, e art. 9º; Oliveira e outros, 2015, cap2, item 3., pág. 47-48)


CRITÉRIOS DE CORREÇÃO E GRADE

Código Descrição
                                Peso máximo na nota
          N1

a)Criança como sujeito de direitos inerentes à pessoa humana, de brincar, de conviver e de frequentar a escola. 10%
           N2
Complexidade do ser humano com múltiplos aspectos interligados e interdependentes no processo de desenvolvimento quanto aos aspectos biológicos, psicomotores, afetivos, cognitivos e socioculturais.
20%
N3 Vulnerabilidade da criança e necessidade de garantir-lhe proteção e
cuidados, garantindo-lhe seus direitos e a construção progressiva de sua autonomia. 20%
           N4

b) Organização do trabalho educativo de acordo com proposta que
assegure indissociabilidade entre o educar e o cuidar nas propostas pedagógicas de educação infantil.
30%

N5 Explicitação das interações e brincadeiras como eixos da proposta curricular. 20% N6 Demérito Problemas relacionados à falta de objetividade, clareza, ortografia e ao não emprego da norma culta da língua portuguesa. –5%

https://documento.vunesp.com.br/documento/streampriv/MTM3MjU1MA%3d%3d
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J B Pereira e https://www.youtube.com/watch?v=jw6zuBIoclI
Enviado por J B Pereira em 10/11/2020
Reeditado em 10/11/2020
Código do texto: T7108297
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
2826 textos (1569328 leituras)
35 e-livros (529 leituras)
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J B Pereira