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O Trono e a Revolta

O momento nos convida a  continuidade a série " Vilões da Bíblia " e a subcategoria " soberanos rebeldes ", nesse momento escrevendo a terceira coluna sobre  o monarca Menaém em '   o trono e a revolta'

Temerariamente o soberano dedicou assim um tempo para os desafios concretos da existência como uma partitura musical onde as notas obedecem uma sequência.

Realmente ser um soberano agregava um conjunto de dúvidas existenciais a pessoa que vinha exercer a função em questão, como no caso unir interesses particulares e visões de mundo.

O momento pedia boas caminhadas possíveis para um soberano como Menaém agisse de acordo suas necessidades num longo processo de construção e imaginação pessoal.

Naturalmente as explicações oferecidas pelo soberano Menaém são de fato inadequadas interpretações  ao contexto que estavam assim inseridas como forma de opinião disfarçadas.

O momento exige do rei Menaém e  também dimensiona  as realidades conectadas a todos acontecimentos necessários a riquíssimo repertório de experiências acumuladas naturais.

E as explicações oferecidas pelo soberano Menaém são de fato inadequadas interpretações  ao contexto que estavam assim inseridas como forma de opinião disfarçadas.

Assim  Menaém condiz com seu antigo antecessor em algumas boas escolhas bem particularizadas, tudo poderia se encaixar em sua polifonia musical somente variando as notas.

Realmente o monarca escolheu olhar com certo cuidado , esse tipo de escolha bem  shakespeariana ou ainda hamletiana, bem um soberano cabe ainda não falhar no pensamento ampliado gadameriano.

Eliminar uma revolta incinde em pensar em eventos ainda não registrados ou ao menos envolventes em sua realidade como um monarca, tal pensamento norteia essa reação.

Assim o soberano Menaém compreendeu a dimensão ousada de um jogo de poder simples com acumulação de bens e visões de um mundo complexo e fragmentado como o seu.

Variando seus métodos de forma extrema, ele quer de toda forma resgatar a ideia original de verdade ou meia-verdades  e até meso mentiras bem tracejadas em linhas tênues e complexas do soberano desajustado Menaém.

O momento exige do rei Menaém e  também dimensiona  as realidades conectadas a todos acontecimentos necessários a riquíssimo repertório de experiências acumuladas naturais.

Legalmente o soberano Menaém usa a harpa como forma de alongamento mental e de autoconhecimento particular e exato nas devidas proporções , bem um músico também é um sonhador dizia o músico espanhol Javier Ruibal com extrema razão e mentalidade das eras.

Temerariamente o soberano dedicou assim um tempo para os desafios concretos da existência como uma partitura musical onde as notas obedecem uma sequência.

Alteradamente ser um soberano envolve ver toda forma de necessidade existente ou ainda que seja também imaginária ou uma forma de fugir da realidade. A revolta é um acréscimo a sua diminuta realidade como um desenho a ser realizado por alguém naquele momento, tudo era somente a construção de momentos bem episódicos. Um rei como ele devia saber que a população poderia ir facilmente em revoltas .
JessePensador
Enviado por JessePensador em 14/10/2019
Código do texto: T6769506
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Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 35 anos
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