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A História e Homem

As implicações do tempo na história do homem


É plausível que tenhamos em nosso cotidiano uma ideia de História bastante multifacetada e sem uma regularidade sobre o que se entende sobre esse termo, isso se deve em primeiro caso a uma diversificação dessa nomenclatura nos diversos ambientes socioculturais, onde se têm uma proposição diferente para o termo em cada um desses ambientes, mas, talvez, levando-nos ao mesmo entendimento. Sendo assim, discorrer acerca desse termo acaba não sendo uma tarefa fácil, porém, não impossível.
História, termo advindo do vocabulário grego antigo, que significa “pesquisa”, “conhecimento que vem da investigação”, é a ciência que estuda o ser humano e sua ação no tempo e no espaço, e é nesse aspecto que vamos tratar neste texto presente.
É correto afirmar que a mudança constante faz parte da condição humana inegavelmente, e é com esse estudo do passado que se tem conhecimento dessas mudanças em confluência com cada momento histórico vivido pelo homem, ou seja, é comum caracterizar o advento do termo “classe social” a partir das ideias expostas por Marx e Engels, e a partir desse momento de contato entre autor e espectador se tem a utilização recorrente e também uma evolução do termo acerca do tempo que o mesmo é conhecido. Para isso somos encarregados de levar o estudo acerca da história uma função séria e de caráter de enorme importância não só para os dias de hoje, mas também para os tempos que virão.
A condição social do homem pode ser descrita como instável e inconstante, a medida em que se foi tendo um maior conhecimento das tecnologias o homem tornou-se obsoleto em algumas características como a perca de seu intuito de crítica viável nas camadas mais importantes da sociedade a partir do momento em que se tornou refém de uma modernidade que renuncia a moral em nome do proveito individual, ou seja, a perca do seu senso de certo ou errado. São nessas nuances da análise histórica que podemos ter ciência da evolução da condição social do homem em cada período histórico, trazendo para o pesquisador ao menos uma pequena parcela de entendimento de como o homem se tornou o que é hoje.

O homem e o tempo

Não é leviano encarar o homem como o fator primordial da catástrofe humana que se segue nos últimos, indo mais além, não se é errôneo encarar que a própria humanidade desde seus tempos mais antigos vive em uma sequência de autodestruição ao longo dos seus anos de vivência. Implicamos isso ao fato de próprio homem apesar de ser o autor de sua própria história não tem controle sobre seu tempo, vive às rebarbas de seus antecessores, isso nos leva a compreender o homem autor da sua história apenas como um sucessor inexperiente de uma outra sequência de autores. Isso, um absurdo, porém não difícil de ser assimilado.
Para que se tenha a noção da perca do controle de seu tempo podemos recorrer sempre às analises históricas, em que cada período vivido pela humanidade retrata os horrores de seu passado acrescido de um descontrole do seu presente por conta da insegurança sobre seu futuro. Pensar dessa forma nos diz que a história é uma sequência de vivências de diferentes povos ligados por preocupações acerca de seu futuro, e o medo de repetir os erros do seu passado é aterrorizante para a sociedade, pois, a história humana é cruel em seu passado, e, impensada, pode ser ainda mais cruel em seu futuro.
Para tanto, assumimos o papel de pesquisadores não apenas para entender o que se passou e nos fez chegar onde chegamos, mas também analisar para onde estamos indo, e se estamos vivendo de fato um progresso ou retrocesso como humanidade.

O homem como máquina de revolução necessária

Uma característica da sociedade é a evolução, interpretada por personagens históricos de grande valor em cada ação em busca de mudanças sociais. Essa característica pode ser descrita como “a necessidade da revolução” para uma continuação de determinada sociedade seguindo princípios objetivos de determinado líder, ou entidade destinada a promover um interesse pessoal. É dessa maneira que temos vivido os últimos anos, principalmente se analisarmos os períodos de conflitos armados e períodos pós-guerra. Uma entidade ou líder especifico emerge em meio ao caos com sua ideologia revolucionária e imprescindível para o melhor conviver de uma sociedade falida pelos combates a que foram vítimas e a partir daí nasce os chamados movimentos sociais, em busca de uma evolução característica.
Todos esses fatores aqui discorridos são simples análises do homem no tempo e podem ser facilmente comprovados.
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Fato é que o homem é o criador da História, em todos os seus processos de vivências o mesmo é principal protagonista, é o estudioso de seu passado e é pai de seu futuro, responsável pelo legado que deixará para as sociedades que virão.
Leonardo Freitas
Enviado por Leonardo Freitas em 26/09/2019
Código do texto: T6754802
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Leonardo Freitas
Palmeira dos Índios - Alagoas - Brasil
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Leonardo Freitas