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O idealismo filosófico, fenomenológico de Johan Gottlieb Ficht.

Ficht 1726-1814.

Alemanha século XIX, Ficht a partir de Kant procura reformular o idealismo alemão, como hermenêutica aplicada a fenomenologia.

Para Kant o conhecimento só é possível a partir do eu, sendo que o referido determina o sujeito cognitivo epistemologizado.

Portanto, o princípio da consciência esta substanciado ao eu como sujeito, sendo o mesmo o centro logocêntrico do saber.

Portanto, significa que o sujeito organiza o conhecimento do objeto, sendo que o referido encaixa tal qual é a percepção da memória cognitiva.

Desse modo, podemos dizer o saber do espírito é tão somente uma ideologia do conhecimento epistemológico, razões das diversas hermenêuticas.

Qual a novidade em Ficht, ele desenvolve o conceito do eu de Kant como princípio da consciência, redefinido como  fundamento  criador do sujeito,  a partir do qual a realidade é concebida.

Com efeito, Ficht funda o idealismo absoluto, influenciando profundamente Hegel.

Desse modo, a realidade objetiva é produto do espírito humano, assim sendo, a realidade exterior a cognição do eu como sujeito criador,  resultada da estrutura da memória como fenômeno da percepção.

Portanto, o saber é  a projeção da memória cognitiva exposta a criação como ideologização da realidade.


Edjar Dias de Vasconcelos.
Edjar Dias de Vasconcelos
Enviado por Edjar Dias de Vasconcelos em 18/08/2019
Reeditado em 18/08/2019
Código do texto: T6722984
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Edjar Dias de Vasconcelos
São Paulo - São Paulo - Brasil
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