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A morte não existe!

A morte não é nada.
Eu apenas passei para o outro lado:
É como se estivesse escondido no quarto ao lado.
Eu sou sempre eu, e tu és sempre tu.
O que éramos antes um para o outro ainda somos.
Liga-me com o nome que você sempre me deu, que te é familiar;
Fala-me da mesma forma carinhosa que tens usado sempre.
Não mude teu tom de voz, não assuma um ar solene ou triste.
Continua a rir daquilo que nos fazia rir,
Daquelas pequenas coisas que tanto gostávamos, quando estávamos juntos.
Reza, sorri, pensa em mim!
Que o meu nome seja sempre uma palavra familiar...
Diga-o sem o mínimo traço de sombra ou de tristeza.
A nossa vida conserva todo o significado que sempre teve:
É a mesma de antes, há uma continuidade que não se quebra.
Por que eu deveria estar fora dos teus pensamentos e da tua mente, apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, estou do outro lado, na mesma esquina.
Fica tranquilo, está tudo bem.
Vou levar o meu coração,
Daí acharás a ternura purificada.
Seca as tuas lágrimas e se me amas, não chores mais,
o teu sorriso é a minha paz"


(Henry Scott Holland)
Alan Kardeck
Enviado por Poetisa das Minas Gerais em 06/12/2016
Reeditado em 06/12/2016
Código do texto: T5845024
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Poetisa das Minas Gerais
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 61 anos
40 textos (1809 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/07/17 11:49)
Poetisa das Minas Gerais