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VERSOS DISPLICENTES

VERSOS DISPLICENTES
Silva Filho


Onde estão meus versos displicentes
Procurados pelo ardor do peito
Quando já não disfarço meu trejeito
Sentindo aquelas fases recorrentes.

Ao cair da noite tenho eu...
Uma escrivaninha, um teclado, uma paixão,
Um projeto de soneto em minha mão
Chamando a verve, que não respondeu!

Cabe ao poeta parecer artista
Deixando o seu verso intimista
A sete chaves em especial escrínio!

Todo poema tem destinatário
E o poeta como simples emissário
Não pode construir seu próprio ninho!


Silva Filho
Enviado por Silva Filho em 20/03/2017
Código do texto: T5947043
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Silva Filho
Teresina - Piauí - Brasil
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