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QUIMERAS DOLOROSAS (soneto)

Estou solitário no cerrado sem cores
Nas lembranças tristuras guardadas
No peito vis nostalgias desmaiadas
De sortes desfolhadas e sem flores

As tardes de mesmices requentadas
Que a solidão arrefece aos arredores
Enquanto vão esgarçando as dores
Perdidas saudades hão em toadas

Quantos gemidos, quantos valores
Por estarem dolorosas nas ciladas
Largam as quimeras nos bastidores

E nas presunções alheias, estacadas
Que fazem da condição só temores...
Me vou arrastando entre vergastadas!

Janeiro de 2017
Cerrado goiano
LUCIANO SPAGNOL poeta do cerrado
Enviado por LUCIANO SPAGNOL poeta do cerrado em 11/01/2017
Reeditado em 11/01/2017
Código do texto: T5878762
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
LUCIANO SPAGNOL poeta do cerrado
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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LUCIANO SPAGNOL  poeta do cerrado