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SORTE (soneto)

Na minha má sorte, a boa é pendente
Eu nunca inferi por que. Não entendia
Nos prados do fado estava ausente
Indaguei a vida por que era. Não sabia

Na quimera do meu dia, fui inocente
De uma tal timidez íntima e correntia
Que o passar do tempo foi em frente
E as venturas pouco tiveram cortesia

E assim, o sonho se fez bem distante
O vario momento me foi um instante
E por eles pouco soube dessuar valor

Sinto, sem no entanto ser dissonante
Que se fiquei ou se eu passei avante
O importante é que fui e serei amor...

Cerrado goiano
Janeiro, 2017
LUCIANO SPAGNOL poeta do cerrado
Enviado por LUCIANO SPAGNOL poeta do cerrado em 08/01/2017
Reeditado em 08/01/2017
Código do texto: T5875593
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
LUCIANO SPAGNOL poeta do cerrado
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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LUCIANO SPAGNOL  poeta do cerrado