Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

CHUVA NO CERRADO (soneto)

Canta chuva, no cerrado, uma cantata
E há, feérico coro no planalto fustigado
De gotas do céu num tilintar animado
Como que um suave retinir de prata

Bendita chuva que ao chão imaculado
Batiza a secura com água que desata
Verdes relvas e fulgor novedio da mata
Num renovo de um frescor empanado

Alvor ideal que desponta na fragata
Do sertão, num úmido beijo desejado
Arejando, generosa, em trínula volata

Ah! Num regozijo do viver denodado
Num delíquio louco, ri-se escarlata
A encantada chuva que cai no cerrado

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Janeiro, 04, 2017
Cerrado goiano
LUCIANO SPAGNOL poeta do cerrado
Enviado por LUCIANO SPAGNOL poeta do cerrado em 04/01/2017
Código do texto: T5871637
Classificação de conteúdo: seguro
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
LUCIANO SPAGNOL poeta do cerrado
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
520 textos (2769 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 25/03/17 16:33)
LUCIANO SPAGNOL  poeta do cerrado