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NÃO À INTOLERÂNCIA

Por amarem por demais a Deus
Odiaram por demais os homens
Filhos de Deus
Seus irmãos

Por mirarem o sol por tanto que assim o fizeram
Cegaram-lhe, pois a vista
Ao que o mundo em que pisam seus pés
Já não mais o existe perante seus olhos

Oxalá eles pudessem ver de verdade!
Oxalá todos pudessem ver a Verdade!

Oh, quem dera se pudéssemos amar de verdade
A ponto de amar a Verdade
E assim, contemplar a Verdade
Com os olhos limpos e renovados

Todavia, pelo muito que amaram a Deus
Não lhes sobrou nem um pouquinho deste amor
A fim de amar os outros
A que distantes, pois se encontram de su’almas
Pela intolerância que tanto as maculam

Mas, seria este amor digno de seu nome?
Definitivamente não!
Amor herético... ímpio e impiedoso
Amor sacrílego... falso e odioso
Ao que profana e desrespeita o verdadeiro Deus
A que tem também este nome:
Amor

Oh malditos intolerantes e fundamentalistas de seus credos!
Não importa qual seja
Se é muçulmano, cristão, judeu...
A que odeiam a tantos em sua ignorância e espiritual cegueira
Fato é que podem odiar (como realmente odeiam)
Em nome do deus criado por suas débeis e limitadas mentes
Porém, não podem odiar em nome de Deus
Já que Deus é Amor

E verdade seja dita:
Quando se ama a Deus
Ama-se obrigatoriamente seus filhos
Pelo amor que não se divide em sua capacidade de amar

Amor
Verdade
Amor
Unidade
Paulo da Cruz
Enviado por Paulo da Cruz em 19/06/2017
Reeditado em 19/06/2017
Código do texto: T6031372
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo da Cruz
Sete Lagoas - Minas Gerais - Brasil
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Paulo da Cruz