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Pouse seus olhos sobre minha vida, abriga-me entre seus braços celestes, se encontrares em mim algo que lhe agrade.
Desculpe a minha ausência, distância e quando confiei na força de meus próprios braços.
Não deveria ter sido assim... Deveria te escutar e obedecer e na minha tolice cometi outras tantas que chafurdei na lama.
Algumas pérolas foram-me jogadas, mas a sujeira contaminou-me a alma.
"Lava-me nas águas de João Batista"!
Já não tenho ninguém para perdoar ou para pedir perdão... E se tenho e não posso o Senhor sabe que estou arrependido.
O meu novo caminhar não interessa a ninguém a não ser ao Senhor e a mim mesmo, nesta relação qual me levará a vida eterna.
Pouse seus olhos sobre mim, inclina os ouvidos para minha oração, antes que feche os olhos de uma vez, preciso desta certeza e para tanto, tenho ciência que preciso te obedecer e que falas comigo a cada novo dia.
Estou cansado Senhor... Ajuda-me a caminhar neste mundo, cada vez mais direcionado as trevas, perdoe-me e guarde-me Contigo. 
Maurício de Oliveira
Enviado por Maurício de Oliveira em 15/06/2017
Reeditado em 15/06/2017
Código do texto: T6028537
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Maurício de Oliveira
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
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