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AMANDA III - JULIANA, GENTE NOVA NO PEDAÇO... - CAP XIV

                  XIV – JULIANA, GENTE NOVA NO PEDAÇO...

                                   No dia seguinte, sexta-feira, o casal saiu junto de casa e Marco deixou Amanda no colégio Paralelo. Ela ia apenas ver o pai, não ia mais assistir aula, porque as aulas tinham praticamente acabado. Quando o carro de Marco se afastou, ela entrou no prédio e quando ia para a sala do diretor, encontrou com Otávio saindo. Ela parou, surpresa ao vê-lo, e ele também.
- Oi, Amanda, ele cumprimentou.
- Oi... Você aqui?
- Vim regularizar a situação da Lídia, retirar uns documentos... Ela não vai mais estudar...
- Eu sei... e sinto muito. Como é que ela está?
- Mais ou menos. O bebê anda dando um pouco de trabalho.
- Já sabem o que é?
- Menino...
- Você... se casou com ela?
- Não... Ela ainda... fala do Marco de vez em quando. Ainda não conseguiu se esquecer dele...
- Ah... ela fez, desviando os olhos dos dele. – E... você, como está?
- Bem...
- Terminou o colégio?
- Terminei, aos trancos e barrancos, mas terminei.
- Que bom... pra você.
- Veio pra aula? Não tem muito movimento do pessoal por aqui hoje. As aulas já terminaram, não é?
- Já. Eu só vim ver meu pai. Fiquei uma semana em Campos do Jordão trabalhando e estou com saudade dele.
- Eu tenho visto... os comerciais que você tem feito na televisão. Você manda muito bem. Está linda em todos.
- Obrigada.
- Vou indo então... Tchau.
   Ele passou por ela e mais adiante, voltou-se e disse:
- Ah, eu acho que vou ao seu baile de formatura. O Caio conseguiu terminar esse ano também e me convidou.
- Ele terminou o colégio aqui no Paralelo?
- É... Ele conseguiu voltar e terminou aqui, à tarde.
- Que bom... E você tem visto o André?
- De vez em quando. Eu soube que o filho dele e da Débora é seu afilhado e do... seu marido.
- É... Você está bem inteirado das coisas, ela disse, sorrindo.
- Eu sei de tudo sobre você.
    O sorriso sumiu do rosto dela.
- Mas não se assuste, ele a tranquilizou. – Eu sou só teu maior fã. Isso eu posso ser, não posso?
   Amanda acenou com a cabeça afirmativamente.
- Tchau, Amanda. A gente se vê no baile. Dá um abraço no Marco.
   Ele foi embora e ela ficou um momento, parada, olhando-o se afastar. Depois subiu e foi para a sala do pai. Ao entrar, viu Rotemberg diante do computador, trabalhando. Ele ouviu o barulho da porta e virou-se.
- Olá, meu anjo! Que surpresa boa! - ele exclamou, levantando-se e saindo de trás da mesa para abraçá-la.
   Ela recebeu o abraço do pai e lhe beijou o rosto. José percebeu seu rosto preocupado e perguntou, levando-a para se sentar numa poltrona no canto da sala.
- O que foi? Está com uma carinha preocupada.
- Eu acabei de ver o Otávio, pai.
- Aqui? No Paralelo?
- Ele disse que veio... regularizar a situação da Lídia no colégio. Que ela não vai estudar mais.
- Mas isso não é novidade. Você já sabia, não?
- Já, mas não é por isso que eu estou assim. É que ele está tão diferente. Nem se parece com o Otávio que eu conheci e com quem eu namorei.
- É, filha, a vida ensina na marra o que a gente não quer aprender por bem.
- Ele vai ter um menino com a Lídia.
- E está tudo bem com ele? Está encarando isso numa boa?
- Está... Pelo que eu senti... está...
- Fico feliz por ele, mas eu não quero ver você triste e nem deprimida por causa disso.
- Mas eu não estou, ela disse sorrindo.
- Eu estava com saudade de você, como estou com saudade da minha mulher. Vocês não iam voltar hoje à noite? Ela veio com você?
- Não, eu voltei mais cedo. Meu trabalho lá acabou e eu estava com saudade do Marco. E a Rita vai voltar hoje, depois que terminar o que foi fazer da campanha de dois outros modelos.
- O Marco está bem?
- Está. Eu vou ficar com você aqui até a hora do almoço, almoçar com você e depois ele me pega pra gente ir pra RR juntos.
- Ok, senhorita.
- Obrigado por emprestar a Dalva pra dar uma mãozinha pra ele lá no apartamento. Ele até que se vira bem sozinho, a dona Laila o educou bem nesse sentido, mas com a faculdade e o trabalho na agência não sobrava muito tempo pra ele. Ele disse que ela foi lavar e passar a roupa dele e dar uma ajeitada no apartamento.
- É... Você sabe que a Dalva gosta muito dele e não foi nada difícil pra ela fazer isso. Sempre que precisar... eu até acho que, se ela quiser e vocês, eu posso contratar outra governanta pra mim e ela vai ficar com vocês, o que você acha? Ela veio pra nossa casa mais por sua causa mesmo. Eu não queria te deixar sozinha, enquanto trabalhava, e a Dalva virou quase uma mãe pra você. Ela tem muito carinho por você.
- E eu por ela. Eu adoraria. Vou falar com o Marco.

   Mais tarde, Amanda almoçou com o pai e Marco chegou para buscá-la.
   Chegaram à agência pouco depois das duas e foram para a sala de Rita. Haidée estava lá com Kleber e Maria Eugênia. Quando os dois entraram na sala de Rita de mãos dadas, Maria Eugênia olhou para o casal e muito discretamente sentiu uma ponta de despeito que conseguiu disfarçar muito bem, com um leve suspiro.
- Boa tarde, crianças! Haidée cumprimentou, e sorrindo, foi abraçar Amanda. – Como está, minha linda?
- Oi, Haidée. Tudo bem?
- Como você fez pra fugir da Rita e voltar sozinha pra São Paulo, menina?
- Eu não fugi e não voltei sozinha. Eu vim com a Cris. E já tinha terminado tudo que tinha que fazer lá.
- E por que voltou mais cedo?
- Eu estava com saudades do meu namorado, Amanda disse, abraçando-se a Marco.
- Ah, entendi! Eu também voltaria, brincou a assessora. – Acho que eu nem iria, se tivesse um marido desses.
- Haidée! - ralhou Marco, em voz baixa, corando.
- Ela sabe da minha paixão por você, gostoso.
   Amanda apenas ria, divertindo-se com o jeito espirituoso da moça que ela já conhecia. Olhou para Kleber e o cumprimentou também.
- Oi, Kleber! Você fez falta lá em Campos.
- Eu sabia que isso ia acontecer, mas o Gustavo é mais bem pago que eu. Não é mais bonito nem é melhor fotógrafo, mas é mais bem pago, então, ele tem que trabalhar mais mesmo, disse o rapaz, brincando e beijando-a no rosto. – Tudo bem, Amanda?
   Haidée aproximou-se de Maria Eugênia e enroscou o braço no braço dela, fazendo-a chegar mais perto do grupo.
- Amanda, você já conhece a Gini? Ela é modelo da RR na América desde 86.
   Amanda olhou para ela e sorriu, educadamente, cumprimentando e trocando com ela três beijos no rosto, sem se afastar de Marco.
- Oi, tudo bem? disse, educada.
- Como vai? Desde que eu cheguei ao Brasil já vi fotos suas em vários lugares, uns três comerciais na televisão e uns cinco em revistas. Você é bem famosa por aqui.
- Eu já te conhecia também, por foto...
- É, falou Marco. - A Amanda encontrou uma revista Playboy que tem a Maria Eugênia na capa, ontem, em cima da mesa da Rita. E eu não sei como ela foi parar lá. Quando eu saí pra almoçar ontem ela não estava lá. Alguém sabe de alguma coisa?
- Eles mandam pra gente todo mês, disse Haidée. – Independente da modelo.
- Fui eu que coloquei na mesa da Rita, disse Kleber. – Ela gosta de ver todo material feito lá fora também, ainda mais quando é com modelos que ela lançou. Quando a revista chegou pelo correio, eu coloquei aqui.
- Legal... disse Marco, olhando para o fotógrafo com jeito bem sutil de quem queria esganá-lo.
   Kleber percebeu seu olhar e sutilmente encolheu os ombros como a perguntar: “Que foi que eu fiz?"
- A Rita volta ainda hoje? - Maria Eugênia perguntou.
- Volta, ela só vai terminar umas fotos com dois modelos no teleférico de Campos e logo mais no comecinho da noite ela chega.
- Qual foi seu trabalho lá.
- Eu participei de um desfile de moda, na segunda, e o prefeito me convidou pra ser o anjo da neve que chama as pessoas para passarem o Natal na cidade. E as paisagens lá serviram de fundo pras fotos da coleção nova feminina da Bunny’s. Como eu estou no projeto desde abril, fui terminar. Eu e as meninas ganhamos uns agasalhos bem bonitinhos da fábrica. Depois eu posso até de dar alguns... Você tem quase o mesmo corpo que eu.
- Muito gentil da sua parte. Eu adorei o comercial, ela falou, olhando rapidamente para Marco.
   O telefone tocou e Marco foi atender.
- Alô!
- Marco, boa tarde, meu bem!
- Rita, oi! Tudo bem?
- Tudo bem, meu lindo? Gostou da surpresa?
- Surpresa? - ele perguntou, sem entender no início, mas olhou para Amanda e respondeu: - Ah, claro! Adorei, obrigado.
- Teu coraçãozinho está mais leve?
   Ele passou a mão pelo rosto, para disfarçar o sangue que tinha subido.
- Mil quilos, mas não vai ser sempre, te prometo. Um dia, eu me acostumo.
  Rita riu.
- Não, eu não quero que você acostume. Quero que você continue assim. Apaixonado e feliz com a sua princesa.
- Obrigado, prima. Aliás, você volta quando?
- Estamos saindo daqui. Em umas... duas horas a gente chega. Faz um favor pra mim, Marco, pede pra Haidée deixar na minha mesa o contrato da campanha da Coca-Cola e... a Maria Eugênia está aí?
- Está.
- Passa o telefone pra ela, por favor.
- Rita, antes eu posso perguntar se a Amanda vai mesmo fazer o comercial da Coca-Cola com o Roni.
- É por isso mesmo que eu quero o contrato na minha mesa. Quando eu chegar, eu vou conversar com ele e a Amanda juntos.
- Ah, entendi. Aconteceu alguma coisa? ele perguntou, olhando para a mulher.
- Não sei, vai depender dessa conversa. Deixa eu falar com a minha pupila um pouquinho. Tchau, amor!
- Tchau, Rita.
   Ele estendeu o telefone para Maria Eugênia.
- Ela quer falar com você.
   A moça pegou o telefone e começou a conversar com Rita. Marco voltou para perto de Amanda e virou-se para a assistente de Rita.
- Ela quer que você deixe o contrato da campanha da Coca-Cola em cima da mesa dela. Quando chegar, ela vai conversar com o Roni e você, Amanda, juntos.
- Comigo?
- É, vocês não vão estar juntos nesse comercial?
- Mas já está tudo certo. Não tem mais nada que conversar. A gente vai começar a gravar na segunda-feira.
- Vai ver ela quer acertar mais algum detalhe, falou Haidée. – Mas eu quero agora que você me conte tudo sobre o que aconteceu em Campos. Não me esconda nenhum detalhe.
   Ela pegou Amanda pela mão e a levou para outro canto da sala. Marco aproveitou e pegou Kleber pelo braço e saiu com ele. Ainda no corredor, falou:
- Você não me contou da revista Playboy, amigo da onça. A Amanda ficou pensando minhocas por causa dela! Eu não tinha visto a tal revista, aqui!
- Como é que eu ia adivinhar que ela ia voltar ontem, cara? É a praxe. A Rita quer ver todas as revistas que tenham trabalhos de modelos dela, daqui ou no exterior! Como eu ia saber que a sua mulher ia pegar uma revista que tinha uma foto da garota com quem você foi almoçar, nua!
- Você nem me contou que ela já tinha posado nua!
- E daí! Que é que você ia fazer? A Gini é maior de idade, solteira e se os pais dela permitiram e as leis Americanas também, babau, amigo.
   Marco passou a mão pela nuca e encostou-se na parede.
- Vocês brigaram? - Kleber perguntou.
- Não... Quase... Graças a Deus, eu não fiz nada errado e tinha como me explicar, mas a Amanda ficou desconfiada.
- É, meu caro, vocês entraram num meio onde a gente corre muitos riscos e a tentação vive por toda parte. Gente bonita, dinheiro e sexo rolam muito por aqui.
- Como assim, sexo? Você não falou que numa foto desse tipo o fotógrafo não é homem? Que é super normal esse lance de uma garota tirar a roupa diante de um fotógrafo...
- E é, mas eu não estou falando do fotógrafo... Outro modelo, o assistente da dona da agência, o estagiário podem muito bem ceder à tentação.
- Você não está falando sério.
   Kleber começou a rir.
- Não, mas você precisava ver tua cara, meu!
- Não tem graça! Marco falou sério.
- Desculpa, cara, não tem graça mesmo. Mas eu te acho muito engraçado. Você é o primeiro cara que eu conheço que é casado com dezenove anos com uma modelo linda de viver e ainda fica vermelho diante de situações assim. Você é muito hilário, Marco.
- Quer parar?
- Já parei! Eu vou trabalhar. Até mais tarde, chefinho.
   Kleber bateu no braço dele e se afastou. Marco passou as mãos no rosto, respirou fundo e voltou para a sala de Rita.
   Amanda, Rita e Maria Eugênia estavam conversando animadamente sobre tudo que tinha acontecido na viagem a Campos do Jordão. Ele percebeu que estava sobrando e foi para sua sala.
   Resolveu ligar para a mãe para se desculpar por não ter ido jantar em sua casa no dia anterior. Ligou e depois de três toques, alguém atendeu, mas não era Laila.
- Alô, mãe?
- Não, Débora, quem é? Marco?
- Oi, Debbie!  Há quanto tempo, comadre! Que bom te ouvir! Está tudo bem?
- Tudo, e você?
- Tudo. Minha mãe está aí?
- Está no quarto. Eu vou chamar.
- Espera, me diz como está o Aldo e o JC?
- Estão bem. O Júlio está aqui comigo. Eu vim ver sua mãe.
- E a Juliana? Dançando muito rock’n roll na sua barriga?
- Nem me fala. Você não acredita. Eu vim deixar o Júlio com a sua mãe, porque eu vou ter ir pro hospital. Hoje eu liguei pro meu médico e ele me pediu pra eu me internar amanhã.
- Que máximo! Você vai precisar de ajuda?
- Não, está tudo em ordem. Amanhã é sábado e o Aldo está em casa, pode me levar.
- Se precisar de qualquer coisa, fala comigo. Eu e a Amanda vamos passar por aí, amanhã.
- Vem sim. Estou com saudades. Tchau, Marco.
- Tchau.
   Laila já estava perto dela e pegou o telefone.
- Oi, filho! Tudo bem?
- Tudo. Eu liguei pra dizer que eu não fui praí ontem, porque a Amanda voltou de Campos e aí não deu. Desculpa não ter ligado...
- Tudo bem, como ela está?
- Está bem. A gente vai praí amanhã. A Débora disse que o bebê dela vai nascer. Se você quiser a gente vai pra sua casa hoje ainda...
- Não precisa, amor. Está tudo sob controle. Ela vai dormir comigo essa noite e amanhã o Aldo vem buscá-la pra levá-la ao hospital.
- Você dá conta da Mariana e do Júlio, sozinha, mãe? Tem certeza de que não quer que a gente vá praí hoje?
- Só se não for atrapalhar vocês, amor.
- Então, tá. A gente vai. Espera por nós.
- Certo, querido. Vou adorar.
- Tchau, mãe. Te amo.
- Te amo também, tchau, meu amor.
  Laila desligou o telefone e olhou para Débora, sentada no sofá com a mão sobre a barriga imensa.
- Ele é um anjo, não? disse Débora.
- É... Como você está?
- Bem, o Julinho dormiu?
- Dormiram os dois, agora a gente vai tomar um lanche e você vai se deitar também e descansar um pouco. O Antônio logo chega e o Marco e a Amanda saem da agência umas seis horas. Logo, logo estão aqui também.

   Marco foi para a sala de Rita novamente e aproximou-se das três que ainda conversavam animadas.
- Posso falar com você, amor?
   Amanda pediu licença às duas, e ele a pegou pela mão, levando Amanda até sua sala.
- O que foi? ela perguntou.
- A gente vai dormir fora hoje.
- Como assim? Dormir onde?
- Na casa da minha mãe. O bebê da Débora vai nascer e a mamãe está lá com o Júlio César e a Mariana pra cuidar. Minha irmã é tranquila, mas o Júlio é um pimentinha. Acho que dona Laila não dá conta dos dois, já que a Débora está com aquele barrigão imenso quase estourando. Vamos lá ajudar?
- A Juliana vai nascer? Que legal! Vamos sim! Eu só tenho que esperar a Rita e ver o que ela tem que conversar comigo e...
- Não, fica tranquila. A gente vai pra lá quando sair daqui.
- Certo.
   Ele a abraçou pela cintura e a beijou.
- E aí? Gostou da Maria Eugênia?
- Ela é bem legal. Me deu umas dicas muito boas pra quando me convidarem pra posar nua em alguma revista...
- O quê?!
- Que foi? Algum problema?
- Você está brincando.
- Você não deixaria? O dinheiro que eles pagam é uma fábula!
   Ele se afastou dela e encostou-se na mesa.
- Eu não acredito que você... posaria nua por dinheiro nenhum do mundo.
   Amanda abriu um grande sorriso e se abraçou a ele, divertindo-se com sua reação.
- Claro que não, bobo, mas... e se a gente estivesse precisando, como no começo do ano?
- Amanda, há sacrifícios e sacrifícios. Eu bancar o garoto propaganda num comercial é uma coisa; você posar nua é outra bem diferente.
- A gente nunca sabe do futuro...
   Ele ficou olhando para ela, aflito, sem saber o que dizer. Abraçou-a novamente e lhe beijou a testa.
- Não, não há emergência que me faça permitir isso. Me chame de quadrado, de machista, do que for. Você nua... só pra mim!
   Ele a beijou na boca e Amanda fechou os olhos, sorrindo, aconchegando-se no abraço dele.
- Fica tranquilo. Estava só checando.
- Se você fizer isso, eu faço também.
- O quê?!
- Sou capaz de posar pelado pra mesma revista em que você fizer isso. É, quando eu digo que sou louco por você, não são meias palavras. É verdade!
   Ela riu e o beijou de novo.

              **********************************************
Velucy
Enviado por Velucy em 03/08/2017
Reeditado em 06/08/2017
Código do texto: T6072731
Classificação de conteúdo: seguro

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