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SEU PREÇO

Dessa vida de amargura,
Só restou meu violão,
Pra cantar as desventuras
Dessa sua ingratidão.

Você tinha o seu preço,
Mas bem sei que não mereço
Viver sozinho e descrente.
No final dessa jornada,
Tudo virou palhaçada
Do circo que você armou.

E agora
Alimentado do talvez,
Sigo
Sem essa dúvida cruel,
Pois sei
Muito bem o meu papel.
Nesse futuro que desfez,
Eu perdi, meu bem, eu sei,
Mas irei me levantar.

Vou arranjar outro alguém
Para chamar de meu bem.
Para amar como nunca amei,
Que vai me dar o que de ti desejei.
Edmundo de Souza e Evilásio Galdino
Enviado por Edmundo de Souza em 13/09/2017
Código do texto: T6112880
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Edmundo de Souza
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 47 anos
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1 e-livros (13 leituras)
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