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Adorno de Formiga

É certo que um grão de areia pode incomodar?...
Levantado num redemoinho d' vento vira cisco no olhar.
Tudo nesta vida tem o seu valor e para tal?...
Enfeite de formigueiro.
Cada pequenino grão de terra é tirado com alegria.
Trabalhadoras antenadas e sorridentes.
Consegue imaginar?...
Sorrisos de formigas, abelhas e borboletas.
Canções de cigarras, marinbondos e besouros.
O bambu chacoalha, dança e canta na força do vento.
Há vento! Há vento!
Que assobia nova linguagem, onde faz-se passar.
Ó Deus! Ó Deus!
Quão prazeroso é viver e de suas criações participar.
Obrigado e perdão, carrego nas mãos para lhe ofertar.
Aceita Senhor! Sou pobre num mundo rico de atrações.
Apanha formiga seu adorno, fizeste-me melhor enxergar.
Maurício de Oliveira
Enviado por Maurício de Oliveira em 06/06/2017
Reeditado em 07/06/2017
Código do texto: T6020373
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Maurício de Oliveira
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
1447 textos (95574 leituras)
12 e-livros (3138 leituras)
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Maurício de Oliveira

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