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ABRAHAM LINCOLN E O PERDÃO

E perdão faz-me lembrar de uma história que li uma vez, na Guerra Revolucionaria, creio que foi. Que, houve um homem, um soldado, soldado de infantaria, que fez algo que era… O tribunal o considerou culpado e ele foi sentenciado a ser fuzilado. Creio que foi por negligenciar seu posto de dever em tempo de batalha. E ele—ele ia ser morto por um pelotão de fuzilamento.
E um companheiro sentiu tanto por este homem que finalmente procurou o—o grande presidente Lincoln. Lincoln, sendo um cavalheiro cristão… Disseram que ele estava indo em sua carruagem quando o mensageiro o encontrou. E ele caiu de joelhos e disse: “Sr. Lincoln, presidente dos Estados Unidos, bondoso senhor,” ele disse, “peço misericórdia por uma pessoa, sabendo que o senhor é cristão, e sei que o senhor tem piedade no coração pelos abatidos.” Ele disse: “Meu amigo estava no posto de dever, onde estava posicionado, mas quando as armas estavam rugindo e os canhões atirando, ele se assustou e deixou o posto de dever. Sr. Lincoln, ele não teve intenção de fazê-lo. Ele é um bom homem. E agora, daqui a uma semana, ele deve morrer por um pelotão de fuzilamento. Não há como salvá-lo a menos que o senhor assine seu perdão.”
O Sr. Lincoln, com lágrimas nos olhos, puxou um pedaço de papel da maleta e escreveu ali: “Eu, Abraão Lincoln, perdoo este homem por tal coisa, e não deve morrer,” e assinou o nome nele.
E o homem lhe deu as bênçãos de Deus. E retornou à prisão, e disse ao amigo: “Eu tenho o seu perdão.” E o tirou, num papel, e lhe mostrou.
E o homem disse: “Não zombe de mim. Aqui estou já para morrer, e então vem com essa história? Não creio nisso. Simplesmente não posso crer. Não é isso. Qualquer homem poderia assinar o nome dele: ‘Abraão Lincoln.’”
Ele disse: “Mas esta é a assinatura do presidente.” Disse: “Você está perdoado.”
E ele virou as costas e se afastou. E o homem morreu pelo pelotão de fuzilamento.
E então aqui está uma—uma—uma libertação de Abraão Lincoln, o presidente dos Estados Unidos, para libertar este homem, e ainda assim o mataram. De modo que isto foi julgado no Tribunal Federal, e aqui estava a decisão: “Perdão não é perdão a não ser que seja aceito como perdão.”
Assim, isto que eu li esta noite, que Deus nos dá todas as coisas, e Ele nos dá perdão, e perdão para aqueles que querem aceitar a Palavra de Deus como perdão. Mas só que, com a simples leitura, não quer dizer que você esteja perdoado. Quer dizer que você tem de aceitar, como seu perdão, que Deus deu Seu Filho para morrer em seu lugar, e então é perdão.

Fragmento do Sermão Perdão pregado por William M. Branham em 28 de outubro de 1963.
Tartari
Enviado por Tartari em 17/04/2017
Reeditado em 17/04/2017
Código do texto: T5973192
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Tartari
São José dos Pinhais - Paraná - Brasil, 34 anos
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