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DESABAFO

Com o tempo, a gente percebe que um mero amor conjugal é realmente MERO. Uma visão mais profunda de amor (genuíno) é amar o 'Outro' como parte de um todo, de uma sociedade. Enxergar o 'Outro' que passa fome, o morador de rua, o aluno que não consegue aprender, que é imperativo, o viciado em drogas, uma mãe que não tem como sustentar os filhos de forma suficiente para uma boa qualidade de vida... Que tipo de amor sustentamos no peito? Um amor vazio? Um amor egocêntrico?
AVISO: Não me venham falar sobre Deus, pois que não tenho tamanha ousadia!!! Só sinto que Ele é tão grande, que a verdadeira Fé não cabe no meu peito; ela transborda!!!
A matéria humana é pobre, incapaz de suportar a caridade. Sou pequeno demais...
E o maluco do psiquiatra, que sequer estuda pós-diploma, vem-nos diagnosticar (em alguns minutos, equivocadamente) um estado de depressão que inexiste. Quanto medo ele sente das perguntas de um paciente questionador (paciente louco)! rsrsrs...
Uma lágrima nem sempre é de tristeza. Às vezes o amor que transborda pelo 'Outro' nos faz chorar de felicidade celestial.
Qual o caminho para alcançarmos o verdadeiro sentido de amar em sua plenitude?
Estudar, trabalhar, pesquisar, executar o conhecimento em prol da coletividade: este é o caminho para contribuir para uma sociedade melhor e mais civilizada.

(GONDIM, Kélisson. Em: 07 Abr. 2017)
Kélisson Gondim
Enviado por Kélisson Gondim em 07/04/2017
Reeditado em 09/04/2017
Código do texto: T5964658
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Kélisson Gondim
Ariquemes - Rondônia - Brasil, 26 anos
111 textos (4969 leituras)
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Kélisson Gondim