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O Sanhaço

Aquele lá que vai alto, embalado em nuvens e montanhas metamórficas...
Ele se chama vendaval, e no azul, é a sua fúria uma imagem libertadora!
Vaga pelos confins do dia em busca de ação e ondas gigantes
Espalhando o pó da terra nos vales e bosques, nas cidades e estações do Tempo e espaço!
Oh sim, Mãe! Universo! Estão radiantes e, de atmosfera arcana os saúdo!
Os pássaros foram para outras paragens... Suspensos e alvoroçados, Bateram asas na poeira dos ventos, e dos ciclos dos tempos de todas as Repetidas estações renovadas...
E no canto da tarde, a coluna de vento agora esta só em seu pouso fatal!
Parece que o eterno modificar das paisagens vai ser o dia da última Lembrança... pois não restam de ontem ou de amanhã, esperanças!
O segredo foi exposto e agora o céu se tornou uma catedral sideral de Estilhaços...
E no meu sorriso de lágrimas cristalizadas de cores e de prismas a Matéria se espiritualiza...
E...  O último sanhaço que vi partir era azul acinzentado e tinha cor de Mundo!
Evandro Guzman
Enviado por Evandro Guzman em 11/01/2017
Reeditado em 11/01/2017
Código do texto: T5879296
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Evandro Guzman
Paulínia - São Paulo - Brasil, 46 anos
426 textos (15106 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/01/17 12:47)
Evandro Guzman