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De fato,
É...

Ontem ainda sonhava em amar-te de todas as formas por nós planejado. Porém, hoje nesse dia de agora, fui tua irrealidade onde mergulhava na realidade que te consumia as horas de labuta. Fui o nada onde tu foste o tudo!

Sorria tempo homem, pois já não és mais menino... Já não precisas da comcubina do 0800 encontrada nos corredores de paredes cinzas, que te incomodava os olhos ao vê passar.

Acredito que cumpri minha missão com mais uma alma dessas que papai do céu põe em meu caminho para me ensinar o limite de doar-me! Perdoe-me Deus! Mais uma vez reprovei por não entender o que era aquela história que confundi com a mais incrível história que vivi!

Homem atemporal Acrônico de silêncios que corta, de cortadas que causam mágoas, de um desdém que de mim, do que fui... Do que sou... E do que nunca serei.

Porém, lagrimas exprimidas nos cantos dos olhos quando olho pra tras e penso que te comprei para prazer te dá e o troco? Me molha de tamanha saudade...
Monet Carmo
Enviado por Monet Carmo em 12/11/2017
Código do texto: T6170118
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Monet Carmo
Belém - Pará - Brasil, 38 anos
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4 e-livros (1094 leituras)
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Monet Carmo

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