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Sobre o autor
Léo Pajeú
Brazlândia - Distrito Federal - Brasil, 56 anos
803 textos (73324 leituras)
10 áudios (284 audições)
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(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/10/17 12:26)
Léo Pajeú

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SOU LÉO PAJEÚ...

Sou do sertão, sou do Pajeú,
Sou lá das bandas de Brejinho,
Sou faca cortante, rio doce,
Sou de Itapetim, sou passarinho,
Sou onça pintada, Canguçu,
Sou o olhar que não padece.

Sou Léo Pajeú…

Sou trabalhador, cabra da peste,
Sou de Tabira, das Ingazeiras,
Sou a coragem que nunca esmorece,
Sou de Tuparetama, de Carnaubeira
Sou sertanejo que nunca esquece,
O sertão e a beleza do meu agreste.

Sou Léo Pajeú…

Sou o punhal que estremece,
Sou de Quixaba, Serra Talhada,
Sou a valentia, o festeiro da quermesse,
Sou de Carnaíba, de Mirandiba,
E engrandeço esse sertão profundo
Com a poesia, o aboio, o canto fecundo.

Sou Léo Pajeú…

Sou a cantoria que brota alegria,
Em Calumbi, Floresta e Flores,
Na goela de todo embolador.
Que canta em versos suas dores.
Sou aboio do vaqueiro encantador,
Que conduz a rês com maestria.

Sou Léo Pajeú…

Sou a lenda, sou a história,
Dos Cangaços do sertão,
Que beira o velho Pajeú,
Em Triunfo e Solidão,
Sou a resistência e a gloria,
Sou o caroço no angu.

Sou Léo Pajeú…

Sou filho do alto Pajeú,
Sou de Triunfo, de Santa Terezinha,
Sou da caatinga, do gosto do umbu,
De Iguaraci, onde ficava minha casinha.

Sou Léo Pajeú...


LÉO PAJEÚ...
         Bondoso e tranquilo por natureza, eu sou essencialmente realista, embora meu adereço esteja na casa do amanhã.
          Observe-me durante um bom bate-papo:
·         Mesmo que o assunto seja política, esportes, cavalos, autores, pianos, cata-ventos ou até rezadores, esse sou eu que pareço mentalmente a um milhão de milhas de distâncias.
·         Sou o tipo de pessoa que tem o dom de fazer as mais incríveis afirmações e ações nas ocasiões mais imprevisíveis.
·         Raramente preocupado em saber se minhas roupas ou calçados são apropriados para a ocasião, apareço de pés descalço e vou rir de você por estar rindo de mim.
·         Sou um rebelde natural. Por isso, acredito numa mudança violenta, mas deixo a violência para os outros. Isso não quer dizer, em absoluto que seja eu um covarde físico ou moral. Apenas não fui engrenado para combater.
·         Sou ligado a atividade onde possa desenvolver-se espiritualmente, vago por entre nuvens imaginárias enquanto os simples mortais ficam a imaginar o que eu estaria fazendo ali. Daqui cem anos, talvez, pensem como eu.
·         Ao meu lado, a vida é plena de mudanças, controvérsias e acontecimentos inesperados já que minha linha imaginária caminha entre o gênio e a loucura. Em minha vida sempre haverá o motivo para o prestígio, nem que seja um troféu esportivo ou placa de metal por ser a pessoa mais admirável do bairro.
·         Em caso de ciúmes, eu nunca cederei as suas insinuações. Saberei derrubar as mascaras de representação com conclusões há muito estudadas.
·         E ao esquecer o dia do seu aniversário, trarei violetas em outro dia. Ou dentes-de-leão como se fossem violetas.
·         Ano Novo? Quem disse que tem de ser no dia 1.º de janeiro? Pode ser a qualquer momento que você queira. Desde que esteja livre às surpresas desse seu louco amigo.

 
Léo Pajeú 
 
      Leonires Barbosa Gomes nasceu em Iguaracy-PE, a 5 de fevereiro de 1961. Antes de completar 10 anos de idade, os seus pais levaram-no para Brasília onde permanece até hoje.
       Cresceu por entre livros, gibis e outros tipos de leituras, gosto incutido em si pela mãe desde a tenra idade. Da leitura à escrita foi um longo passo, e foi no ciclo secundário que começou a criar poesias e pequenos contos. Aos 15 anos passou a conhecer melhor a ditadura brasileira e sofrer influência dos escritores e grandes festivais de músicas.
      Com 17 anos iniciou a aventura de escrever  uma poesia, mas a noção de que lhe faltava vocabulário, conhecimento e vivência levaram-no a reconsiderar tal tarefa. Era ainda novo para tal empreendimento.
     Seguiram-se anos de constante mudança: cumpriu o serviço militar, teve inúmeros empregos, até que aos 30 anos, casou. Do seu casamento nasceram duas filhas e um filho. Nunca a criação literária foi deixada de lado, é uma atividade constante que vive lado a lado com a vida profissional e social. 
    Para o autor a escrita é como uma confidente, onde desabafa e cria pequenas construções com palavras para relembrar a si mesmo e aos que o lêem a beleza que o mundo tem para nos dar. Através da escrita exorciza medos e frustrações, alegrias e conquistas, devaneios e prazeres, e assim há três anos surgiram “Contos Sobrenaturais ou Supernatural Tales, Lendas Urbanas, As aventuras de Pedro Beato, Corpo Seco e A Legião de Zumbis, Lendas Brasileiras de Suspense e Terror, Pesadelos, Terror na Cobertura entre outros”, obras de mais fôlego onde o autor mistura com mestria ficção, terror e suspense dando-nos a sentir um pouco da aragem perdida que é a juventude.  
   Ainda surgiram “Fragmentos de Paixões, Fragmentos Sociais, Uma Braúna, Contos e Causos do Sertão, As aventuras de Galinzé, o Galinho Valente, Duende Negro, Cordéis, entre outros”, obras de mais fôlego onde o autor mistura com mestria ficção, contos e causos do dia a dia, poesias de amor, solidão, tristeza, sociais e políticas, cordéis engraçados, românticos e políticos.
 

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Última atualização em 20/10/17 12:26